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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Ben-Hur (1959)

A versão original do filme Ben-Hur, definitivamente, é para os fortes. Nos dias atuais, um longa-metragem com mais de três horas tende a cansar. No caso de "Ben-Hur", cansa um pouco não exatamente pela duração, mas pelo estilo antigo do filme. A direção, atuação, texto e especialmente, a edição. Com a direção de William Wyler, traz no papel título o hoje consagrado Charlton Heston.
Na história, Judah Ben-Hur e Messala foram criados juntos na região da Judeia. O primeiro era um príncipe local, enquanto o outro se tornara um grande militar do exército romano. Messala pede a ajuda de Judah contra os rebeldes, mas este se recua a trair seu povo. Por um grande azar do destino, Judah e a família são acusados de atentar contra a vida do governador romano. Ele se sente traído por Messala. A partir daí decorrem diversas situações complicadas na vida de Judah, desde sua boa vida até a escravidão.
Ele acaba conhecendo Jesus, sem que este se mostre de frente para a plateia. A história se desenvolve bem, apesar de alguns exageros típicos dos filmes dos anos 50, com cenas muito longas. Algumas sequências, como a do navio e também a corrida de bigas são inesquecíveis. O filme acaba mostrando um lado religioso forte, tanto judaico como cristão. É interessante assisti-lo com tempo sobrando, levando em conta que são mais de três horas de duração. Também vale a pena vê-lo para ter ideia como Hollywood fazia boas produções sem os efeitos visuais tão comuns de hoje em dia.
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