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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Deadpool

Deadpool era um personagem dos quadrinhos praticamente desconhecido do grande público, que ganhou visibilidade por causa deste filme. O motivo era bem simples: um anti-herói extremamente debochado e sexual. Como Hollywood lidaria com um personagem assim? Resposta: bem.
O mercenário, Wade Wilson (Ryan Reynolds) é diagnosticado com câncer em estado terminal, porém encontra uma possibilidade de cura em uma sinistra experiência científica. Recuperado, com poderes e um incomum senso de humor, ele torna-se Deadpool e busca vingança contra o homem que destruiu sua vida.
Houve muita controvérsia em relação a classificação indicativa. Em alguns momentos, pareceu um tanto exagerado 16 anos. Em uma sociedade tão sexualizada e cheia de violência como a nossa, nada ali impressiona muito. Nada que um jovem de 14 anos já não tenha visto. Até porque, a "Violência" é muito plástica como no filme 300.
É um longa-metragem para adolescentes. Isso é fato. Chega a ser surreal ver pais levando crianças de seis, sete anos para assistir Deadpool, como presenciamos. Vimos a versão dublada. Não há que se preocupar. Não existe o "filho da mãe" costumeiro. Usa-se o termo real da tradução: com muitos palavrões e "filhos da p...".
O título é uma grata surpresa para quem não conhece absolutamente nada do personagem. Um "herói" que tem uma missão interessante de justiça própria. Vale frisar a boa participação da brasileira Morena Baccarin, cuja personagem também não é uma namoradinha convencional. Bom título, que merece realmente ser visto nos cinemas, com cenas pós-créditos.
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1 comentários:

Hikki Shinozaki disse...

Grata surpresa, realmente. Me diverti bastante vendo o filme!
Dia internacional da mulher :v
E a Morena é incrivel também, tanto aqui quanto em Gotham.