Desejo: Boas Festas...

terça-feira, 30 de junho de 2015

Quadrinhos são literatura?

Este tema já deu muito "pano para manga" tempos atrás. Especialmente no meio acadêmico. Aparentemente, parece que finalmente percebeu-se que histórias em quadrinhos são uma coisa e literatura é outra. Tanto que atualmente, as HQs não fazem mais parte, ou com uma intensidade diferente, de ações voltadas à literatura. Em 10 de maio de 2009, colocamos este mesmo assunto em pauta e concordamos com o estudioso Paulo Ramos. Apesar de uma coerência, de ter textos, argumentos, as histórias em quadrinhos são um outro tipo de arte. Afinal, não são somente isso e também não são somente imagens. Acessem ao link para ver as reflexões daquele momento, que nos faz pensar também no momento atual.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Curiosidades Budeguísticas: chás calmantes

O mundo estressante atual faz com que muitas pessoas tomem remédios calmantes. Quando elas chegam em um nível grande de problemas, só mesmo medicamentos fortes para fazê-las dormir, por exemplo. Contudo, há elementos maturais que podem ajudar no relaxamento: são os chás calmantes. Muitos destes chás são facilmente encontradas em mercados e feiras. Vale lembrar que não são somente anti-estresse. Mas, também contribuem para baixar os níveis de ansiedade.
Apesar de haverem comprimidos, o ideal é justamente tomá-los na forma mais próxima possível do natural. O modo de preparo ideal, segundo o Tua Saúde é: "adicionar 1 saqueta do chá escolhido (ou 20 g da planta medicinal) a 1 xícara de água fervente, tapar para que não perca seus óleos essenciais e deixar amornar. Tomar o chá a seguir. Aconselha-se tomar de 2 a 3 xícaras de chá por dia."
A seguir, uma lista de elementos naturais - entre vegetais e frutos - que podem ser feitos em forma de chá ou também consumidos ao natural no caso das frutas: Passiflora (Flor do Maracujá), Raiz de Valeriana, Erva de São-João (Hipericão), Camomila, Tília, Melissa (cidreira), Alface, Alfazema, Chá de maçá. Possivelmente, alguns destes termos podem ter outros nomes em outros locais do país, porém, pegamos as denominações mais comuns encontradas na internet.

ATENÇÃO: OPORTUNIDADE DE EMPREGO NA ÁREA EDITORIAL

Aos caros navegantes que estão em busca de emprego e possuem as qualificações necessárias no universo de "design" e edição, abaixo três oportunidades.

O Grupo Editorial Scortecci que edita, imprime e comercializa livros em pequenas tiragens desde 1982 está contratando profissionais para as seguintes funções:

ESTAGIÁRIOS
Produção Editorial para diagramação de Livros em In Design (2 vagas)
Opção 1 - Manhã, de segunda a sexta, das 8h00 às 13h00
Opção 2 - Tarde, de segunda a sexta, das 13h00 às 17h45
Oferecemos: Bolsa de R$ 800,00 + registro em carteira + seguro + condução.
Exigimos: Início imediato, cursando 2º ou 3º ano e conhecimento em In Design (obrigatório).
Local de Trabalho: Bairro de Pinheiros, São Paulo/SP.
Link para preenchimento do currículo.

AUXILIAR DE EDITORAÇÃO
Segunda a sexta, das 8h00 às 17h45
Oferecemos: Salário de R$ 1.200,00 (nível I) ou R$ 1.500,00 (nível II)
Registro em carteira + Almoço + Condução.
Exigimos: Início imediato, experiência comprovada, conhecimento avançado em In Design.
Local de Trabalho: Bairro de Pinheiros, São Paulo/SP.
Link para preenchimento do currículo.

domingo, 28 de junho de 2015

Para alegrar o dia 117

Retirado desta página do Facebook.
Não é sempre que a gente vê um Mickey surtado... Então aproveitem!!!!!

sexta-feira, 26 de junho de 2015

ANIMA INFO 1696

Garcia Jr. retorna como Arnold Schwarzenegger

Se O Exterminador do Futuro: Gênesis marca o retorno de Arnold Schwarzenegger à franquia, o filme também é responsável por trazer novamente Garcia Jr. como dublador na versão brasileira. Garcia é a voz principal do ator austríaco no Brasil e o dublou em grandes sucessos do cinema, entre eles, "O Exterminador do Futuro 2 - O Julgamento Final" e "O Exterminador do Futuro 3 - A Rebelião das Máquinas".
O dublador trabalhou por anos como coordenador de dublagem da Disney Brasil, por isso ele ficou muito tempo "sumido" da interpretação. Garcia é reconhecido como "a voz de Arnold Schwarzenegger", também dublou personagens marcantes, como He-Man, Pica-Pau, Simba em "O Rei Leão", McGyver em "Profissão Perigo", Patrick Swayze em "Ghost" e muitos outros.
Dirigido por Alan Taylor, "O Exterminador do Futuro: Gênesis" estreia dia 2 de julho no Brasil. No longa, John Connor (Jason Clarke), líder da resistência humana, envia o Sargento Kyle Reese (Jai Courtney) de volta para 1984 para proteger Sarah Connor (Emilia Clarke) e salvaguardar o futuro, mas uma mudança inesperada nos acontecimentos cria uma linha do tempo fragmentada.

Animações "non sense" do Cartoon Network, quem entende?

Os anos 2000 tiveram algumas animações que, certamente, foram muito boas ao seu público. Como Super Choque, Jovens Titãs entre outros. Eram animações americanas com algum sentido, uma história com continuidade. Fossem pelas seus argumentos e roteiros como um todo. Eram títulos fáceis de compreender sem se ver todos os episódios. O mesmo parece não ocorrer com desenhos animados - especialmente os exibidos no Cartoon Network - mais recentes.
Hora de Aventura, Apenas um Show, Gumball parecem loucos demais para duas, três gerações a frente do público-alvo original destas séries. Complicado entender sobre o que são estas animações vendo logo de cara. Tanto pela forma como pelo argumento. Visualmente, são animações feias de serem vistas. Os desenhos de personagens de "Hora de Aventura" são "formas", não têm uma "cara", não parecem humanos, nem bichos. São praticamente formas geométricas.
Os outros dois citados, até têm forma, mas mesmo assim continuam estranhos. Talvez nossa falta de compreensão seja fruto do que muitos diriam ser "a idade". Contudo, também percebemos que não há produtos no mercado destes títulos. Fica a questão: eles fazem sucesso com seu público-alvo? Se fizerem, ok. Talvez os adultos tenham que se esforçar mais para compreender a "lógica non sense" desta animações da atualidade.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Cinderela 2015

Certas histórias mantém seu encanto sempre. É o caso do filme Cinderela, a produção de 2015 da Disney e que chegou faz pouco tempo para venda e às locadoras. A produção é relativamente simples. com efeitos visuais comuns sem ser mirabolantes; figurinos bons e um bom elenco. A direção, curiosamente, é de Kenneth Branagh. Ele fora o diretor de Thor, de 2011. Talvez por ter uma formação por excelência da Royal Academy of Dramatic Art, ele tenha conseguido tirar o máximo das duas obras.
Mas, então, se é tudo tão normal, o que faz deste filme especial? Basicamente, justamente o fato de ser "normal". Não existem grandes diferenças em relação a animação produzida pela própria Disney em 1950. Pode parecer um fato tolo, mas não é. Este longa-metragem agrada justamente por ser o esperado. Talvez, se houvesse um fato extraordinário, teria decepcionado. Esta "Cinderela" de 2015 é o que se espera dela. Uma jovem meiga, porém forte. Mas, que espera pelo seu príncipe encantado. Que, no final, ainda é esperado pelas mulheres.
A Disney conseguiu ter "time" bom em relação ao fato. Depois de Frozen, com uma personagem principal sem o príncipe, e Malévola, cuja heroína é boa/má, "Cinderela" resgata o sentimento da procura e encontro do homem ideal. Afinal, não há mal em esperar por ele, mesmo que seja difícil nos dias atuais. No final, houve um resgate dos contos de fadas que a própria Disney nos brindou por décadas.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Legião Urbana -Tempo Perdido

Este é o primeiro grande sucesso da banda Legião Urbana. "Tempo perdido" é uma grande reflexão, antes de qualquer coisa, sobre a vida. Afinal, "Não tenho mais... O tempo que passou". Fantástico, não tenho muito mais palavras para escrever. É só escutar...

terça-feira, 23 de junho de 2015

"1984" de George Orwell: Para não esquecer de nossa humanidade...

A resenha do livro "1984 de George Orwell foi originalmente publicada em "28/04/2012". Devido sua extraordinária importância, acreditamos que é altamente relevante colocar o link para uma leitura da resenha e e do livro, este fundamental para compreensão de várias atitudes políticos e sociais da atualidade.
Um dos pontos que mais tem sido pertinentes, a tentativa de grupos políticos apagarem da História recente brasileira, períodos e fatos que, foram importantes e ainda são importantes. "1984" de George Orwell: Para não esquecer de nossa humanidade... Lembramos que a obra não é cara e é facilmente encontrada em bibliotecas públicas.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Curiosidades budeguísticas: cafuné

Imagem ilustrativa de cafuné

Algumas das nossas palavras mais comuns e usadas não têm origem portuguesa. Em verdade, grande parte de nossas palavras são de origem indígena ou africana. Tanto que um dos locais em que mais podemos ver esta informação é no Museu da Língua Portuguesa. Porém, visualizando na internet, podemos encontrar rapidamente algumas origens.
É o caso da palavra cafuné, cuja origem deste termo é africana. Segundo este link e este também, é de origem quimbundo (uma das línguas de Angola). Significa tomar a cabeça de alguém e torcê-la. Porém, adquiriu outro significado. Hoje, basicamente, "cafuné" é o ato de fazer e receber carinho na cabeça até a pessoa dormir. Entretanto, nem sempre foi assim.
Quando vieram ao Brasil, portugueses e africanos não tinham o hábito de tomar banhos todos os dias. Este é um hábito que incorporamos dos índios. Por não ter tanta higiene, era muito comum as pessoas terem piolhos. Daí, era necessário "catar" este bichos. Por isso, a pessoa acabava dormindo. O passar dos anos modificou a origem da palavra de "torcer a cabeça" para "fazer carinho".

domingo, 21 de junho de 2015

Para alegrar o dia 116

Retirado da Revista Circuito

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Jurassic World - O Mundo Dos Dinossauros

Uma franquia pode sempre render bons produtos, mesmo com o passar do tempo. É isso o que Jurassic World - O Mundo Dos Dinossauros é. Uma grande franquia que, mesmo com algum deslize anterior, consegue ser brilhante. E, faz-nos pensar em algo que lá atrás parecia ser o grande fato de Jurassic Park. Quando lançado em 1993, muito se falou dos efeitos visuais.
Mas, ao ver "Jurassic World", percebemos que não são exatamente os efeitos visuais que impressionam. Ver dinossauros ficou "normal". Não espanta mais. Os efeitos do cinema tornaram-se realistas demais. Mas, então, o que faz deste filme tão bom? Já não tem muito a ver com  a parte técnica. "O Mundo Dos Dinossauros" é praticamente um filme de terror.
A história se desenvolve de forma bem tranquila, com o mote da "família que tem que se unir na marra para sobreviver". Até aí, normal. Também é relativamente normal pensar os moldes que um parque do gênero seria construído e mantido. E é daí que a coisa começa a assustar. O que o ser humano, para conseguir grana e sentir prazer faria? Afinal, o grande "mal" na história do filme é o anseio do público por mais emoção.
E daí "cria-se" um novo tipo de dinossauro. Sem regras, a criatura não é simplesmente um predador como um Tiranossauro Rex, também conhecido simplesmente por T-rex. Esta nova criatura é um pouco pior, porque seu nível de inteligência é assustador. Daí inicia-se toda a matança. A criatura desenvolvida no laboratório é praticamente um psicopata animal no topo da cadeia alimentar.
O que o faz o filme mexer tanto com o espectador é o sentimento de: como fugir, o que eu faria? E também faz-nos pensar até que ponto o ser humano seria imbecil o suficiente para desejar algo além da existência natural. Como a genética pode ser destrutiva se usada somente com a regra do dinheiro. "Jurassic World" vale muito o ingresso, a pipoca e futuramente o DVD. Diversão e susto estão garantidos.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Lana Del Rey - Once Upon A Dream


Lana Del Rey é uma cantora que ficou conhecida por uma de suas músicas ter feito parte da trilha sonora de novela. Na verdade.. não lembro o nome da novela... e nem da música... Ela acabou cantando a música de outra trilha, desta vez do filme Malévola, com a música Once Upon A Dream. Linda canção. Espero que, quem não conheça, possa gostar.

terça-feira, 16 de junho de 2015

CAPITÃES DO PRÓPRIO DESTINO – Sobre “Capitães da Areia”, de Jorge Amado

“Sob a lua, num velho trapiche abandonado...” é a senha para entrar no universo de Jorge Amado. Um dos maiores escritores baianos, está, ao lado de José Lins do Rego, representando o Nordeste no cenário literário brasileiro, retratando in loco sua terra em todos os ângulos. “Capitães da Areia”, publicado em 1937, tem como mote os menores abandonados. Sim, minha gente. Passam-se os anos e a questão das crianças de rua continua quase que inalterada, revelando a ineficiência do Poder Público no que tange ao tema.
Seja o governo que for, essa e tantas outras questões já parecem ter se tornado de estimação, tamanho é o tempo que permanece em voga. Tanto é verdade que “Capitães da Areia” poderia muito bem se passar nos dias atuais, e não no começo do Século XX. Notem: um romance escrito na juventude do século passado. Veja resenha completa acessando ao link do Um Expresso Com Letras.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Curiosidades budeguísticas: as feiras dos dias da semana

Os dias da semana no Brasil têm uma particularidade única. Quem estuda um pouco outras línguas ocidentais, sabe que normalmente, os dias fazem referência a elementos de divindade. No caso inglês e alemão, divindades da cultura nórdica. No caso de países de origem latina, as divindades são de origem romana, que também se confunde com nomes cósmicos. Porém, há uma exceção da regra latina: Brasil e Portugal. Nos dois países e em alguns outros de origem lusitana, os dias da semana fazem referência ao dia numérico, mais um "feira" no final.
Muitas pessoas têm esta dúvida. Inclusive, em brincadeiras, há quem ache que o "feira" em questão tem a ver com o mercado ao ar livre existente em grande parte destas localidades. Em verdade, é um pouco isso também. Segundo os sites do Você sabia? do portal Terra e também do Mundo Estranho, há algumas explicações para a diferença dos países de origem "lusa" para os demais latinos e anglos.
"Feira" vem de "feria" do latim: "dia de descanso". Segundo o Mundo Estranho, "o termo passou a ser empregado no ano 563, após um concílio da Igreja Católica na cidade portuguesa de Braga - daí a explicação para a presença do termo somente na língua portuguesa. Na ocasião, o bispo Martinho de Braga decidiu que os nomes dos dias da semana usados até então, em homenagem a deuses pagãos, deveriam mudar. (...) no início, a ordem do bispo valia apenas para os dias da Semana Santa (aquela que antecede o domingo de Páscoa), em que todo bom cristão deveria descansar. Depois acabou sendo adotada para o ano inteiro, mas só pelos portugueses."
Em relação ao domingo e sábado. O nome do primeiro dia da semana em latim significa "Dies Dominicus, o "Dia do Senhor". Para o último dia da semana, a Igreja decidiu usar o termo sábado, em referência a shabat, o sétimo dia da criação de Deus. Ou seja, é uma referência bíblica. A decisão da mudança para "sábado" também não foi em vão. Apesar da alusão ao "Velho Testamento", a Igreja não queria que os então cristãos da Idade Média não se confundissem ou fossem confundidos com os judeus, por isso "latinizou" o termo "shabat", que ainda hoje é usado pelos hebreus (judeus).

domingo, 14 de junho de 2015

Para alegrar o dia 115

Retirado de Língua Portuguesa

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Fofoca de One Piece ワンピース do dia...

Queridos e amados navegantes...
Quem disse que o mundo dos animes e mangás não pode ter um momento "Contigo", "Quem", "Caras"? Pooooode... O Anime News Network publicou esta semana, informações e fotos da festinha que o Eiichiro ODA 尾田 栄一郎 deu para amigos e colegas mais próximos. Sim, tinha a presença de muitos dubladores e pessoas da produção de One Piece ワンピース. Têm muitas fotos no link acima. Uma delas é esta que coloquei aqui, da Kyary PAMYU PAMYU, aquela cantora estranha da música do "POM POM"...

Historietas assombradas, a animação original que deu origem a série


Sucesso no Cartoon Network e também em exibição na emissora estatal TV Brasil, a série Historietas Assombradas Para Crianças Malcriadas - produzida pela Glaz Entretenimento e animada no Copa Studio - é baseada em um curta-metragem de Victor-Hugo Borges.
O título original, que poderá ser visto acima, foi produzido em 2005 e tem 16 minutos. É uma mistura de "stop motion de massinha" com animação tradicional. Chama muito atenção porque o roteiro é interessante. E a interpretação da atriz da "vovó" realmente é muito boa. Para quem ainda não viu, uma ótima oportunidade de conhecer animação nacional.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Priscilla, a rainha do deserto

Alguns filmes conseguem ser brilhantes com uma história relativamente simples. Eis a importância fundamental de argumento, direção e interpretação. É o que ocorre com Priscilla, a rainha do deserto, obra já clássica do cinema, que trouxe - talvez pela primeira vez - o tema delicado da homossexualidade para as telonas.
Não somente disso, mas das relações e reações humanas para com transexuais. Com um bom humor e alguns tons de drama, este filme australiano mostrou a muitas pessoas quem eles são, como vivem, seus medos e os preconceitos que sofrem. Apesar de seus 21 anos de vida, "Priscilla" não envelheceu. Na sinopse do site da livraria Cultura,

Com um contrato para realizar um show de drags nos confins do deserto australiano, Bernadette, Tick e Adam têm cada um seu motivo pessoal para querer deixar a segurança de Sydney. Batizando seu rodado ônibus de excursão com o nome de 'Priscilla', essas enlouquecidas e divertidas rainhas do drama se dirigem ao deserto, onde suas aventuras são ainda mais fantásticas do que os trajes de seus figurinos.

"Priscilla" não é um musical. Mas, um dos seus pontos mais importantes é justamente sua trilha sonora. Impecável. Clássicos dos anos 70 e 80, outras contemporâneas da produção, a trilha sonora tem ABBA, The Village People, Gloria Gaynor entre muitas grandes pérolas. O figurino foi vencedor do Oscar desta categoria. No final, mais de vinte anos atrás este longa-metragem já previa mudanças nas relações humanas. Mudanças estas que podem ocorrer de forma natural, com boa convivência.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Vanessa Da Mata - Por Onde Ando Tenho Você


Hoje, eu poderia dizer que a melhor cantora brasileira e uma das poucas as quais eu iria em um show é, certamente, Vanessa da Mata. Ela tem uma voz muito agradável de ouvir, as letras são boas, entendíveis e as melodias também são muito e igualmente agradáveis. Um excelente exemplo está acima, em "Por onde ando tenho você". Outro ponto legal, que não tem exatamente a ver com a música em si... é o visual da cantora. Ela tem um cabelo lindo que coaduna com o rosto dela. Isso não tem importância no trabalho dela, mas é interessante ver que 'da Mata' não se molda em "modinhas" de alisamento. Enfim...

terça-feira, 9 de junho de 2015

Telenovela, consumo e gênero


As telenovelas são, definitivamente, os mais abrangentes (em alcance) produtos culturais de consumo para o Brasil. Estão para nós o que os filmes estão para os americanos e animes estão para os japoneses. Há diversas teses e dissertações sobre telenovelas e inclusive, um centro de estudo na Universidade de São Paulo. Livros, vários. Um deles é Telenovela, consumo e gênero de Heloisa Buarque de Almeida. O resumo no site da Unicamp diz bem do que trata a obra,

"Esta tese analisa a relação entre telenovela e formação de hábitos de consumo, em suas interfaces com as construções de gênero. Para tanto, realiza por um lado uma etnografia de recepção de uma novela das oito da Rede Globo, O Rei do Gado, com famílias de camadas médias e populares na cidade de Montes Claros (MG). Nesta etnografia, mostra como, na interação com a novela, os espectadores transformam-se em consumidores. Os espectadores realizam um intenso processo de diálogo e reflexão de suas próprias vidas pessoais através da interação com a narrativa da novela. (...) As novelas funcionam, assim, como uma espécie de educação de sentimentos numa sociedade de consumo."

Hoje, no momento desta resenha, vale frisar que vale a pena interagir esta obra com o objeto de estudo, a novela O rei do gado, novamente na TV abertura no período da tarde, no Vale a pena ver de novo. E, inclusive, pensar nos apontamentos acerca da publicidade mencionados no livro e o momento atual das telenovelas noturnas. Como o tempo mudou, ou não, esta relação do público, publicidade e este produto. Será que hoje, as novelas continuam a ter tanto impacto na vida das pessoas? Esta talvez seja a grande questão nos dias atuais, já que influências diversas podem ter minimizado a importância deste tipo de dramaturgia.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Curiosidades Budeguísticas: Mappin

O Brasil não possui hoje uma grande loja de departamento. Existe diversos comércios com muitos produtos, mas não com tal característica. Este é um local em que vende diversos tipos de produtos diferentes, divididos por setores e andares. Talvez o conceito seja difícil de ser compreendido. Atualmente, só quem foi para fora do país tem ideia de como é a disposição de uma loja do gênero. Porém, muitos paulistas ainda sabem o que é uma loja de departamento.
A cidade já teve sua loja assim: o Mappin. Inaugurado em 1913, cm 40 funcionários, a loja aos poucos foi ganhando o coração das pessoas da cidade. Seu nome oficial era "Casa Anglo-Brasileira S/A". dos irmãos Walter e Hebert Mappin. As primeiras unidades ficavam no centro da cidade de São Paulo, mas com o passar das décadas, a loja foi para outras cidades, como Sorocaba e Santo André.
Tinha uma das propagandas mais conhecidas da televisão com o "Mappin, venha correndo Mappin, é a liquidação…" Foi também por muito tempo, um dos grandes anunciantes de jornais, revistas e televisão. O carinho pelo nome "Mappin" ainda é tão grande e se faz presente no imaginário das pessoas, que na região do grande ABC em São Paulo, o Shopping ABC ainda é chamado de Mappin.
A loja fechou em 1999 com diversos problemas e algumas tentativas para se manter vida. Porém, por conta de uma péssima gestão, seu desfecho foi melancólico, com demissões em massa, lojas fechadas, pessoas desacorçoadas pela cidade. A loja de departamentos ainda é, de certa forma, uma lembrança e referência para muitos comerciais e pessoas. Segundo o Wikipedia, o atual dono da marca pretende recolocá-la na ativa até 2016.

domingo, 7 de junho de 2015

Para alegrar o dia 114

Retirado de Tema de hoje

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Quando a novela é um fracasso, a culpa é de quem?

Em recente matéria publicada neste link, o autor Gilberto Braga culpa os telespectadores e a própria emissora rede Globo pelo total fracasso de sua novela Babilônia. Ele aponta as peculiaridades do público paulista, em que a novela não teve nenhum tipo de melhoria em sua audiência. Daí, ficamos com a seguinte pergunta na cabeça: quando a novela vai bem, o autor é ovacionado. E quando a novela vai mal, a culpa é de quem?
Anos atrás, quando Avenida Brasil fazia sucesso, todos apontavam como o elenco era brilhante e como o argumento era bem amarrado. Ou seja, elogiava-se rasgadamente o estilo JEC (João Emanuel Carneiro) de escrever uma novela. Em nenhum momento falava-se se o público era ou não isso ou aquilo. Por que então seria diferente quando uma produção vai mal? Óbvio que em alguns casos é incompreensível certos fracassos.
Mas, não é o caso de "Babilônia". Nós já tecemos comentários acerca do fracasso da novela semanas atrás. O problema não são os atores, que em sua maioria são bons. E nem do público. A produção tem um grave problema de autor e até mesmo diretor. Culpa-se público pela rejeição, falando-se que o brasileiro está mais conservador. Isso até é possível, porém, nunca se viu (ao menos na cidade de São Paulo), tantas pessoas agindo como desejam.
Casais homossexuais, mulheres vestindo-se como desejam, rejeição a agressões desnecessárias. Talvez tantas violências contra estes grupos estejam cada vez mais perceptíveis justamente porque a reação também é muito grande. Mesmo com todos os problemas atuais, anos atrás não seria possível ver coisas que vemos hoje. Assim, pela nossa percepção, não seria exatamente o público o culpado.
O diretor também mencionou que o Brasil atual não aceitaria a novela Vale Tudo. Talvez não. Daí vem a grande questão: até que ponto autores e diretores de novelas estão conseguindo realmente identificar o público? Será que eles não ficaram parados no tempo e o espaço, de um público que aceitava qualquer produto e hoje já não aceita mais?
Será que eles entenderam que para um grande vilão é necessário haver um(a) grande herói e heroína? Basta lembramos novamente de "Avenida Brasil". Carminha era uma vilã por excelência, mas a Nina era uma mocinha por excelência também. Ambas extraordinariamente fortes. Ou seja, talvez falte aos autores mais antigos olhar para a sociedade como a sociedade realmente é quer.
Sair às ruas como pessoas "normais" em ônibus, metrôs e simplesmente escutar. Ouvir os papos, ouvir os medos, entender os gostos. As pessoas - ao menos na cidade de São Paulo, grande "vilão na cabeça de Gilberto Braga - querem cor, querem um pouco mais de diversão e um pouco mais de vida. São pessoas que ficam aos seus celulares jogando "Candy Crush" (quer coisa mais colorida que isso?), são pessoas que passam horas no trânsito escutando notícias ruins em seus rádios.
Enfim, são pessoas. O Brasil de quase 30 anos atrás, lá do "Vale Tudo" já não é mais o mesmo. Que queria tudo ao mesmo tempo. Afinal, o país saíra de uma ditadura. Talvez fosse o desejo de ver o que os militares não deixavam ou que se pensavam que não deixaram. E hoje? Depois de fases tão ruins em nossa televisão com tantos shows de horrores, o público talvez só queira se divertir.
Daí, algumas pessoas desavisadas podem até comentar: mas e lá no início da novela os Dez Mandamentos, com as crianças sendo jogadas no rio Nilo? Aquilo não foi muito pesado também? Sim, foi. Mas, também é inquestionável que existia um lado forte de esperança e de justiça. O que o público espera para o povo hebreu é exatamente o que se esperava para a "Nina", justiça. A dramaturgia, quando bem escrita, leva bons frutos. Quando mal escrita...

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Akira アキラ OST: Shohmyon


Akira アキラ é certamente, uma das animações japonesas mais importantes da História por "n" razões. Não ficaremos aqui a tecer considerações acerca do fato, porque o dia é musical. Assim sendo, falaremos da trilha sonora. Basicamente, a música de Akira アキラ é impecável. Segue um estilo budista/ xintoísta, com letras em repetição. São praticamente mantras. A trilha sonora atinge o ponto mais fundo, o mais íntimo da alma humana. Uma destas canções é "Shohmyon". São vários minutos de puro momento zen. Caso não conheça, ou nunca tenha se atentado, escute acima.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Correio Sul, de um - Antoine de Saint-Exupéry nada motivador

O livro Correio Sul foi a primeira publicação do conhecido autor Antoine de Saint-Exupéry. A fama dele dá-se pela sua obra O Pequeno Príncipe, até hoje, uma das publicações mais vendidas no mundo. O autor mostrou com o principezinho um encanto avassalador. Porém, isso não ocorreu com sua primeira obra.
Publicado em 1929, Correio Sul não empolga, mesmo. É por muitas vezes, um livro chato, sonolento, mesmo com poucas páginas e com muitas reflexões desnecessárias. O autor levou a sua obra um pouco de sua vida como aviador. Não emociona, ao menos hoje, não emociona. Um bom resumo da história esta neste link,

Jacques Bernis deve entregar o correio na América do Sul, passando por Toulouse e Dacar. Ele decola. O rádio anuncia sua partida a cada etapa seguinte. Sobrevoando a Espanha, Bernis rememora, emocionado,a infância. Faz escala em Alicante. Depois de uma pequena revisão do aparelho, Bernis parte novamente. Na tempestade, um cabo fica bloqueado. O avião inclina-se perigosamente. Um tranco com o pé desbloqueia o cabo e o avião endireita. O jovem Jacques Bernis está apaixonado por Géneviève. Ela casara-se com Herlin, que tem “a pretensão de um político”.

O que vale a pena na leitura desta obra é verificar a evolução do autor. De um melancólico Saint-Exupéry a um esperançoso Saint-Exupéry pela vida, pelas pessoas em "O Pequeno Príncipe". Fora isso, também vale pelos textos com palavras diferentes ao vocabulário atual, já que a maioria dos livros são antigos, aparentemente não há uma edição atual da obra.

ANIMA INFO 1695

Veja programação da presença do autor de Samurai X em SP

A Fundação Japão em São Paulo traz para o Brasil, em julho, o mangaká Nobuhiro Watsuki 伸宏和月, responsável por títulos como Rurouni Kenshin るろうに剣心―明治剣客浪満譚―, conhecido no Brasil como Samurai X; Busou Renkin (Alquimista Armado) e Embalming – Another Tale of Frankenstein.
Acompanhado da escritora e roteirista de mangá e anime, Kaworu Kurosaki, Watsuki participará de encontros com os fãs em São Paulo, no Centro Cultural, e também durante a 21ª Fest Comix, que acontece no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, de 17 a 19 de julho. Nestes encontros, Watsuki e Kaworu falarão sobre o processo de criação de seus principais sucessos, projetos para o futuro e também revelarão diversas curiosidades sobre suas trajetórias e rotinas junto aos mangás.
No primeiro deles, em 17 de julho, no Centro Cultural São Paulo, uma palestra às 19h30 será conduzida pela professora Sonia M. Bibe Luyten, Doutora em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações da Universidade de São Paulo, com tese sobre mangá, e Francisco Sato, presidente da Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustrações (ABRADEMI).
Todas as informações oficias podem ser vistas no link acima. Porém, o Papo de Budega tem uma informação de bastidor de que o autor pode participar em 14 de julho de um bate-papo no Rio de Janeiro. O que pode prejudicar no caso carioca, agora, é a greve que o local em que ele iria se encontra. Em SP, também há a possibilidade de que Watsuki participe mais que um dia no Fest Comix, com uma atividade totalmente especial aos fãs.

Boicote à Boticário realmente é para quem não tem o que fazer...


Atenção o texto abaixo pode ter impropérios, termos chulos, também conhecidos como palavrões.
Queridos navegantes...
Já faz algum tempo que não teço comentários acerca de assuntos sérios. Mas, definitivamente, não dá para ficar quieta quanto ao que está ocorrendo com a campanha atual de O Boticário. Já teci alguns comentários no meu Facebook... Mas, meus comentários são "meio" que oficiais quando os posto aqui. O motivo é simples: aqui, os sites de busca acham facilmente, lá no Face a coisa se perde na nuvem de forma muito mais rápida..
A campanha de O Boticário está no vídeo acima. Se você pensa em fazer boicotes, então saiba... Saia do Facebook e Twitter. Pare de usar tênis Nike e tomar Coca-Cola. Ver filmes e seriados da Disney, Paramount, Nickelodeon, etc... Há uma listinha completa de empresas neste link. Se você pensa em levar para frente a ideia do boicote, então é para ser completo.
Basicamente, a campanha televisiva atual traz casais de namorados. Há pares heterossexuais e homossexuais. Por causa do segundo grupo, há pessoas querendo fazer boicotes. Para mim, gente que realmente não tem o que fazer. A propaganda é bem elegante. Em 15 segundos é bela, daí quando se formam os casais passa a ser feia? Sério isso? Na boa, as pessoas precisam ir a psicólogos.
A homossexualidade não é influenciável. A pessoa nasce gay, nasce hetero. Quem diz que é influenciável, não percebe que está dizendo nas entrelinhas que a própria pessoa poderia mudar sua sexualidade se tivesse tido referências diferentes. Para mim, quem nasce homo ou hetero, nasce. Fim. Não é uma campanha que fará alguém gay.
Se for assim, ver filmes de terror deixam pessoas psicopatas, ver filmes de corrida deixam as pessoas agressivas no trânsito, jogar games deixam as pessoas violentas e por aí vai. Por favor, parem com isso. Parem de usar a Bíblia contra as pessoas. Vão fazer mais amor, transar, dar o rabo, sei lá. Preocupem-se mais com suas próprias vidas.
Preocupem-se mais com os maus-tratos de animais, idosos, crianças, com os pedófilos, com a falta de aumento de salário dos professores, com a corrupção, com a fome... Enfim, com coisas que realmente importam. Em entendimentos errados, eu era meio radical com ao assunto. Mas, daí eu comecei a pensar: o que eu tenho a ver com o cu alheio? Nada. As pessoas estão se estressando com as coisas erradas... E eu? estou no momento, mais preocupada em pagar minhas contas. E me encontrar verdadeiramente com D´us Eterno e Único.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Curiosidades Budeguísticas: estrelas de times de futebol

Os times de futebol no Brasil têm seus escudos e mascotes característicos. Tais mascotes são simbolizados por animais ou outros elementos bem claros. Vide "periquito, baleia, raposa, mosqueteiro, São Paulo..." Nem sempre o mascote oficial é o mais conhecido de um clube. Muita gente não sabe, por exemplo, que o "porco" não é mascote do Palmeiras, mas sim o periquito citado acima.
Porém, há um elemento em comum que diversos times de futebol usam em suas camisas e produtos: as estrelas. Não existe um motivo unificado para a existência de uma estrela na camisa de um time brasileiro. Neste link do site Mundo Estranho, cada time tem sua razão para ter uma estrelinha na camisa. O link é elucidativo, porém, não é atual. O Corinthians, por exemplo, eliminou as estrelas de sua camisa tempos atrás.
Duas das estrelas mais representativas ao país estão na camisa do São Paulo Futebol Clube. O time é dos poucos que possui estrelas que nada têm a ver com futebol. As douradas que ficam acima do escudo representam os dois ouros olímpicos de Adhemar Ferreira da Silva, primeiro bicampeão de ouro olímpico brasileiro. Ele era atleta do SPFC e para homenageá-lo, o clube colocou tais estrelas na camisa. Veja no link acima, o significado das estrelas dos principais clubes brasileiros.

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