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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Curiosidades budeguísticas: caneta

A internet faz-nos esquecer muitas vezes que aprendemos a escrever com as mãos e um outro tipo de objetivo que não o teclado. Um deles é o lápis e o outro a caneta. Antes de ser como conhecemos hoje, para deixar suas ideias registradas, o ser humano usou objetos de madeira ou ainda, ossos. Um dos exemplos eram o egípcios, que se utilizavam de ossos molhados e colocavam tinta vegetal para escrever em papiros.
Ao longos dos séculos, passou-se a usar penas de aves - em geral os gansos - para a escrita, agora em papel. Segundo o site História de Tudo, foi "somente no final do século XVIII é que pensaram na substituição de tal instrumento por um objeto manufaturado, resultando na criação das penas de metal, as quais obtiveram relativo sucesso na época, embora as penas de ave continuassem a ser usadas."
No século XIX, "tentou-se desenvolver um instrumento de escrita que guardasse a tinta no seu interior. Foi Lewis Edson Waterman que conseguiu patentear essa invenção no ano de 1884. Tinha nascido a primeira caneta, a que ainda hoje chamamos de caneta-tinteiro, ou caneta de tinta permanente", de acordo com o Origem das Coisas.
Ainda segundo o site imediatamente acima, a caneta como conhecemos hoje foi criada por László József Bíró, que utilizou "uma pequena esfera metálica na extremidade da caneta que, ao girar, recebia a tinta do depósito e passava-a para o papel. Complementou a sua criação tapando o depósito de tinta, o que impedia que a tinta secasse ou vertesse para fora. A sua criação foi patenteada em 1938, na cidade de Paris, em França".
O grande problema para Biró é que ele não tinha condições de produção, então vendeu a concepção para as empresas de Marcel Bich, dando origem a famosa BIC. A empresa acabou distribuindo canetas para praticamente todos os países, tornando-se referencial deste tipo de produto.

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