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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Kyoukai no Rinne (境界 の RINNE)

Kyoukai no Rinne (境界 の RINNE) é uma animação recente baseada no mangá original de Rumiko TAKAHASHI 高橋 留美子. Quando estreou, entrou na base de animações do Crunchyroll, com a produção da TV estatal NHK, NHK Enterprises (NEP) e também da Shogakukan-Shueisha Productions. Nestes 20 episódios iniciais, mostrou ter uma boa equipe de produção. Como muitas animações recentes, há muitos animadores. Mas, as figuras principais conseguiram, até o momento dar uma continuidade visual ao anime.
Quem faz toda a composição da animação (um tipo de montagem/edição, vide este link) é Michiko YOKOTE 横手 美智子, responsável pelo roteiro integral ou parcial de diversos animes como xxxHOLiC, Genshiken, Ranma 1/2, Shirokuma Cafe, Suki-tte Ii na yo. 好きっていいなよ。, Cavaleiros do Zodíaco - Prólogo do Céu e da fase Santuário de Hades entre tantos outros. Já o desenho de personagens está por conta de Kazuhiko TAMURA 田村 一彦, que atuou como produtor e animador de animes como Tiger & Bunny e Cavaleiros do Zodíaco - Lost Canvas. Ou seja, uma equipe boa cuidando bem do visual de RINNE, até o momento.
Na história, quando criança, Sakura Mamiya desapareceu misteriosamente na floresta atrás da casa de sua avó. Ela volta sã e salva, mas desde então ela passa enxergar espíritos. Já adolescente, só quer que os espíritos a deixem em paz. Na escola, o lugar ao lado do de Sakura está vazio desde o início do ano letivo. Até que, certo dia, o dono desse lugar finalmente aparece na escola, mas Rinne Rokudo é bem mais do que aparenta ser. Ele é um shinigami. Ou, como é mesmo diz: "tipo um shinigami..."
O anime é bom. Tanto pela sua produção geral como por sua história original. Apesar de repetir alguns elementos de estrutura, o que é normal para qualquer autor, Rumiko Takahashi mostra que ainda tem "mão" para escrever uma história divertida e com um tom de romance. Não chega a ser brilhante como foram suas histórias anteriores. Mas, mesmo assim, ainda consegue cativar o espectador. Continuaremos a ver como será o desfecho desta obra, que talvez seja das poucas com bom tratamento de produção atuais.
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1 comentários:

Hikki Shinozaki disse...

Me interessei, viu Sandra! Achei bem legal.