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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Filme: Mary Poppins, quando ver um clássico é necessário

Alguns filmes são importantes de serem vistos ao longo de uma vida cinematográfica. Mary Poppins (1964) é justamente um destes filmes. Basicamente, ela é uma babá encantada contratada pelo banqueiro senhor Banks, para cuidar dos filhos peraltas dele. Ela não é uma babá inglesa convencional: canta com e para as crianças, brinca com elas, mas também é rígida quando necessário.
A presença de Julie Andrews é importantíssima, porque ela personifica uma figura inglesa elegante. Além claro, de cantar de forma brilhante. Há uma série de números musicais, afinal, o filme é um musical, com a famosa cena de pinguins. De uma forma geral, Mary Poppins foi um marco de efeitos visuais para a época, antes da "Era Star Wars". Tanto pela mistura de animação e live action quando por "manobras" de câmera, como a babá voando com o guarda-chuva.
Assistir a este longa-metragem depois de Walt nos Bastidores de Mary Poppins (Saving Mr. Banks) (2013) chega a ser curioso. A percepção de alguns pontos de "Mary" acabam mudando. Isso porque em "Bastidores", vemos como foi a pré-produção e todas as questões de adaptações que o filme sofreu em relação ao livro de P.L. Travers (Pamela Lyndon Travers). Mary Poppins é um título um tanto longo para os padrões atuais, mas sua estética e efeitos visuais continuam interessantes, e claro, a interpretação de Julie Andrews e também do senhor Banks, interpretado David Tomlinson.
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1 comentários:

Hikki Shinozaki disse...

Recentemente tive vontade de ver esse filme. E olha aí, acho que verei em breve.