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quinta-feira, 11 de junho de 2015

Priscilla, a rainha do deserto

Alguns filmes conseguem ser brilhantes com uma história relativamente simples. Eis a importância fundamental de argumento, direção e interpretação. É o que ocorre com Priscilla, a rainha do deserto, obra já clássica do cinema, que trouxe - talvez pela primeira vez - o tema delicado da homossexualidade para as telonas.
Não somente disso, mas das relações e reações humanas para com transexuais. Com um bom humor e alguns tons de drama, este filme australiano mostrou a muitas pessoas quem eles são, como vivem, seus medos e os preconceitos que sofrem. Apesar de seus 21 anos de vida, "Priscilla" não envelheceu. Na sinopse do site da livraria Cultura,

Com um contrato para realizar um show de drags nos confins do deserto australiano, Bernadette, Tick e Adam têm cada um seu motivo pessoal para querer deixar a segurança de Sydney. Batizando seu rodado ônibus de excursão com o nome de 'Priscilla', essas enlouquecidas e divertidas rainhas do drama se dirigem ao deserto, onde suas aventuras são ainda mais fantásticas do que os trajes de seus figurinos.

"Priscilla" não é um musical. Mas, um dos seus pontos mais importantes é justamente sua trilha sonora. Impecável. Clássicos dos anos 70 e 80, outras contemporâneas da produção, a trilha sonora tem ABBA, The Village People, Gloria Gaynor entre muitas grandes pérolas. O figurino foi vencedor do Oscar desta categoria. No final, mais de vinte anos atrás este longa-metragem já previa mudanças nas relações humanas. Mudanças estas que podem ocorrer de forma natural, com boa convivência.
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1 comentários:

Hikki Shinozaki disse...

Realmente, apesar de 21 anos passados o filme ainda é atual. Em figurino e na história das personagens é realmente incrível.
E a trilha sonora, como vc mesma disse, é sensacional! Os clássicos que a gente conhece dá ao filme aquele brilho especial.
Muito bom!