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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Jurassic World - O Mundo Dos Dinossauros

Uma franquia pode sempre render bons produtos, mesmo com o passar do tempo. É isso o que Jurassic World - O Mundo Dos Dinossauros é. Uma grande franquia que, mesmo com algum deslize anterior, consegue ser brilhante. E, faz-nos pensar em algo que lá atrás parecia ser o grande fato de Jurassic Park. Quando lançado em 1993, muito se falou dos efeitos visuais.
Mas, ao ver "Jurassic World", percebemos que não são exatamente os efeitos visuais que impressionam. Ver dinossauros ficou "normal". Não espanta mais. Os efeitos do cinema tornaram-se realistas demais. Mas, então, o que faz deste filme tão bom? Já não tem muito a ver com  a parte técnica. "O Mundo Dos Dinossauros" é praticamente um filme de terror.
A história se desenvolve de forma bem tranquila, com o mote da "família que tem que se unir na marra para sobreviver". Até aí, normal. Também é relativamente normal pensar os moldes que um parque do gênero seria construído e mantido. E é daí que a coisa começa a assustar. O que o ser humano, para conseguir grana e sentir prazer faria? Afinal, o grande "mal" na história do filme é o anseio do público por mais emoção.
E daí "cria-se" um novo tipo de dinossauro. Sem regras, a criatura não é simplesmente um predador como um Tiranossauro Rex, também conhecido simplesmente por T-rex. Esta nova criatura é um pouco pior, porque seu nível de inteligência é assustador. Daí inicia-se toda a matança. A criatura desenvolvida no laboratório é praticamente um psicopata animal no topo da cadeia alimentar.
O que o faz o filme mexer tanto com o espectador é o sentimento de: como fugir, o que eu faria? E também faz-nos pensar até que ponto o ser humano seria imbecil o suficiente para desejar algo além da existência natural. Como a genética pode ser destrutiva se usada somente com a regra do dinheiro. "Jurassic World" vale muito o ingresso, a pipoca e futuramente o DVD. Diversão e susto estão garantidos.
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1 comentários:

Hikki Shinozaki disse...

Wow! Tenho que ver esse filme, tipo... Agora!
Valeu pela crítica Sandra.