Desejo: Boas Festas...

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Elvira, Judão, índios, Comic Con Experience, Cavaleiros do Zodíaco e claro, Frozen

EDITADO às 19h59: ver atualização ao final em vermelho


Queridos e amados navegantes,
Vocês devem estar pensando: "esta garota (ok, não sou tão garota assim, mas pulemos esta parte) está de brincadeira, né? Fala que vai escrever, fazer resenhas e blablablá e depois some sem dar satisfação e "tals". Um monte de coisas acontecendo e ela sem falar nada. É uma v@#$ mesmo"!
Bem, para amenizar este momento de revolta alheia.... Quero dizer-lhes que estive deveras ocupada na última semana. E em maio, devo fazer plantões durante a semana também, o que me tirará um pouco de tempo do blog. Mas, tenham fé que consigo escrever. Este final de semana, por exemplo, estive a trabalho em uma aldeia indígena de São Paulo (extremo sul da cidade). Foi interessante para desmistificar ideias que temos deles.
Afinal, não é porque andam com roupas têm outras benefícios do "mundo branco", que deixaram de ser índios. Assim como nós não deixamos de ser brasileiros por gostarmos de animes, comics, etc. E a índia deu uma dica fundamental para nós mulheres. Dica de beleza em que você não precisa ficar passando produto nem nada: basta tomar banho de água gelada e pronto. A pela fica linda, o cabelo não embranquece nem nada. O duro é seguir esta dica neste tempo... (oh)
Um dos assuntos da semana passada e que não participei de discussões foi a vinda da Cassandra Peterson, a Elvira - a rainha das trevas no Brasil Comic-Con. Este é o evento da Yamato, que finalmente, traz alguém que preste (ou uma cara nova) em um evento. O que de certa forma me chamou a atenção foi o comentário do artigo no site do Judão. "Se, por um lado, ela não é uma atriz de um grande blockbuster de verão, como muita gente quer ver..." Senti-me representada e um tanto lisonjeada, porque quem tem tanto insistido por uma "atriz de um grande blockbuster de verão" no Facebook da Comic Con Experience sou eu! Basta ver os comentários e por quem tenho pedido com foto e tudo. Valeu Judão pela indireta animada!!! hahahaha
Outra participação minha, desta vez direta, foi no site Leitura Oriental, em que apareço - mesmo com todos os meus sumiços - como uma figura representativa do mundo otaku. Um dos motivos principais por eu estar contente: primeiro; acho que sou a mais nova ali a escrever sobre o assunto. Segundo; não escrevo SÓ sobre a cultura japonesa. Inclusive, recentemente, não tenho escrito pouco sobre a cultura nipônica. Fiquei contente com as duas participações. Indireta (direta) e diretamente (declaradamente).
Outro fato que ocorreu e que espero dê tudo certinho para eles é o 20 anos: Os Cavaleiros do Zodáico in Concert, a reunião dos quatro cantores da série ao longo destes anos de Cavaleiros do Zodíaco no Brasil. Todos os contatos para shows podem ser acessados pelo site acima. E... por fim, eu não poderia esquecer Frozen, que chegou na sexta posição em bilheteria mundial. E, que tem arrecadado bem no Japão. Será que nossos amigos da Terra do Sol Nascente farão de Frozen a quinta maior bilheteria do cinema? Enquanto isso, vejamos o Disney Parede com a entrada da rainha Elsa e da princesa Anna na festa! Vídeo no topo...

ATUALIZADO: Além de tudo isso, houve o anúncio de diversas novidades sobre o novo anime de Sailor Moon, que podem ser vistas neste link aqui. Pelo visto, a Toei Animation aprendeu com os erros em Saint Seiya Omega. Basta ver o desenho de personagens lindão que ficou o novo Sailor Moon! Amém!

terça-feira, 22 de abril de 2014

Cultura celta: o que une Harry Potter e Asterix...

Certas culturas fazem parte de histórias muito queridas e, certamente, as pessoas nem sabem ou não se dão conta. A cultura celta tem uma importância avassaladora, especialmente porque muitas destas histórias recentes - como Harry Potter, Asterix, Como Treinar o seu Dragão entre outras - e de sucesso têm fundamentos nesta cultura antiga. Em O Livro Celta da Vida e da Morte, da editora Pensamento nos apresenta esta importante faceta de vários povos da Europa antiga.
Neste livro, ricamente ilustrado em cores, Juliette Wood nos traz o imaginário, a arte, o folclore, a literatura e a mitologia celtas em uma antologia que agradará a todas as pessoas que se interessam pela mitologia dos povos antigos. Idealizada com base nos Livros dos Mortos, tanto o tibetano quanto o egípcio, esta obra descreve a jornada da alma e os conhecimentos que ela precisa absorver e compreender no curso de uma vida. Há os principais temas da sabedoria celta - o tempo, o pós-vida o destino, as profecias, a coragem, os cultos à fertilidade - acompanhados de ilustrações de paisagens e trabalhos artísticos em estilo celta, além de fotografias de artefatos, tornando este livro uma compilação única dos aspectos mais impressionantes dessa cultura milenar, sofisticada e enigmática. Uma obra requintada e belamente ilustrada para todos que querem conhecer mais de perto o espírito e os mistérios do povo celta.
A sinopse por si já elucida bem o que é o livro. Mas, aqui acrescentamos mais alguns registros curiosos. A publicação tem 136 páginas. Parece pouco, todavia, é importante uma leitura com certa calma, pois há nomes próprios muito difíceis de serem lidos e lembrados. Alguns pontos da cultura celta são claramente usados na literatura inglesa, como a capa da invisibilidade vista em Harry Potter.
Ou também as porções "mágicas" de Asterix ou a conduta de vida em Como Treinar o Seu Dragão. Todas estas histórias tem um pouco (ou muito) da cultura dos povos antigos europeus. Inclusive, há ritos que foram incorporados ao cristianismo, ou negados pela esta religião, o que ocasionou séculos mais tarde em "caça às bruxas' do período da inquisição.
A região em que os povos do mundo celta viviam se estendia das ilhas da Grã Bretanha - em especial Irlanda e Escócia - e regiões da França e Espanha. A foto ao lado, por exemplo, foi tirada na região noroeste/norte da Espanha, cuja construção é atribuída aos povos celtas que viveram naquela região do país. Assim, percebemos o quão temos a influência desta cultura, sem ao menos percebemos. Mas, que pode se tornar um pouco mais conhecida e entendida com a leitura deste livro.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

ANIMA INFO 1643 - Especial

O Filho de Deus

Estreia nesta quinta-feira o longa-metragem O Filho de Deus da Diamond Films. Há uma página no Facebook que pode ser acessada neste link. O título traz-nos mais uma releitura da vida - parte dela - de Jesus Cristo. O momento é propício devido às festividades da Páscoa.
A história já conhecida apresenta-nos alguns milagres de Jesus e circunstâncias não descritas no "Novo Testamento". Em especial atenção a relação de dominação dos romanos para com o povo judeu. Além disso, por influências diversas, há uma presença mais marcante de Maria Madalena, coisa que também não é tão clara no livro sagrado. Um fato que não é citado é: qual dos evangelhos a versão é baseada.
O Filho de Deus é um bom filme sobre a vida de Jesus. Porém, é muito difícil ser melhor do que Jesus de Nazaré - exibido todos os anos pela Rede Record - a série de Franco Zefirelli feita em 1977. Na sequência da "paixão", há momentos pesados como a situação é descrita. Porém, nada tão intenso e sangrento como A Paixão de Cristo, de Mel Gibson.
O longa-metragem chega em versão legendada e dublada. Certamente ficará pouco tempo em cartaz. Inclusive, porque até o fechamento desta resenha, a informação que temos é que a Diamond Films só distribui filmes para os cinemas. Ou seja, não há previsão de lançamento em DVD / Blu-ray.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Frankenstein, uma das obras mais deturpadas da História...

Frankenstein de Mary Shelley deve ser uma das histórias recentes mais deturpadas pelo cinema e outras mídias culturais. O título original é o livro do século XIX. A publicação lida por esta resenhista foi da editora Hedra, que por sua vez, foi baseada na edição original de 1831.
Muitos devem saber que a história, em verdade, centra-se no criador, o Frankenstein. O cinema encarregou-se de confundir a cabeça de quem não leu o impresso, dizendo que Frankenstein era a criatura. Só por este motivo já é importante uma leitura deste clássico. O que motivou-nos a escrever esta resenha foi o filme Frankenstein – Entre Anjos e Demônios cujos detalhes podem ser visto no link anterior.
Este filme, como muitos outros, apresenta-nos uma criatura como figura central. No livro, Frankenstein – o criador - é definitivamente o protagonista. Suas motivações, seus desejos ante o mundo; seu horror ante sua criação são o ponto central da obra. Que, oscila em momentos de agradável fluidez, e momentos de um texto arrastado.
O livro inteiro não possui uma conversa formal com "travessões". A autora conseguiu algo difícil, escrevê-lo todo em primeira pessoa, independente da pessoa que seja: criador, criatura, marinheiro. Não há um "ser" que observa tudo, mas sim uma observação sempre vista do ponto de vista de alguém da história. Este elemento textual é um diferencial difícil de ser encontrado na literatura, pois obras em primeira pessoa normalmente são do ponto de vista somente de um personagem.
Desta edição é complicado indicar ou não a leitura da "Introdução" no primeiro ou segundo momento, pois a mesma é um tanto chata de ser lida, com um texto moroso. Há detalhes de percepção demais, enquanto o comum para muitos leitores são descrições de situações "a la Julio Verne". Porém, independente de se ler no início ou ao final, aconselhamos a leitura da "Introdução".
Frankenstein de Mary Shelley vale a leitura pelo conhecimento da obra original em si. Sem enganos, sem os exageros cometidos em outras mídias. Mesmo com momentos descritivos demasiados sonolentos, seus momentos de tensões psicológicos são intensos e curiosos para estudos literários. Certamente, um título obrigatório, especialmente para pretensos escritores.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Fala-se tanto em "Beijinho no Ombro", que é bom conhecer...

Navegantes,
Nestes últimos tempos falou-se demais em Bejinho no Ombro para lá e para cá. Certamente, funk carioca não é o meu tipo de música preferido. Mas, ante minha atuação no universo do entretenimento, tenho que conhecer, ou tentar - ao menos - tudo o que for possível.

Daí decidi saber o que raios era o tal "Beijinho no Ombro" da Valesca Popozuda. Inclusive, até mesmo tentar conhecer a cara dela, coisa que eu não sabia e possivelmente vou esquecer em um minuto. Mas, vale frisar, o clipe acima é muito bem feito. Diga-se de passagem, já fazia um tempo que não via um clipe bem feito assim. Inclusive, com um fator curioso: não é vulgar. Vale a pena dar uma bisbilhotada.

ANIMA INFO 1642

Álbum de figurinhas da Copa Disney está nas bancas

Já está disponível nas bancas de todo o país o álbum de figurinhas COPA DISNEY. Os personagens dos quadrinhos contam incríveis curiosidades da história do futebol em figurinhas inéditas. São mais de 100 personagens das HQs Disney.
O álbum tem textos do jornalista e historiador do esporte Celso Unzelte (dos programas Loucos por Futebol, da ESPN e Cartão Verde, da TV Cultura) e desenhos de Luiz Podavin, um dos artistas Disney da atualidade. A arte-final é de José Wilson Magalhães, que também faz esse trabalho nas HQs do Zé Carioca, e as cores são de Cris Alencar.

domingo, 13 de abril de 2014

Um pequeno absurdo canino...

Queridos e amados navegantes,
Parte do meu sumiço destes dias deu-se pelo meu trampo. Hoje, por exemplo, tive que acordar 5h20 para estar firme e forte no meu local de trabalho dominical... Fizemos uma visita em uma aldeia indígena... Lá, cometi um pequeno absurdo canino...
Eu estava lá, conversando com o público, explicando umas coisas... Daí, eu estava andando para trás... Não é que pisei em um "au-au". O bichinho saiu chorando. Eu fiquei super mal. Não o vi e foi totalmente, completamente sem querer. E era um filhote. Fui atrás dele pedir desculpas... Ele ainda estava assustado... Mas, aceitou!
No final da visita, ele já estava nos meus pés pedindo carinho. Fiquei feliz pelo perdão do cachorrinho. Ele viu que não fiz por mal. Inclusive, eu gostaria de dizer que é uma sensação horrível você pisar em um ser vivo. Sentir o peso do teu corpo machucando alguém... Enfim, como sempre falo, cachorros são "caras" legais! Ah, o bichinho era parecido com este da foto. Um filhotinho...

quarta-feira, 9 de abril de 2014

NOÉ, a resenha que não veio e outras coisinhas mais...

Navegantes,
Não tive lá muito tempo de fazer a resenha de NOÉ. E creio que não faz lá mais muito sentido, já que o filme está há uma semana em cartaz. O que posso dizer: é um bom longa-metragem, mas que devemos meio que desconsiderar que é uma história bíblica. Algumas cenas são um tanto quanto pesadas e nos fazem pensam acerca de nossas atitudes atuais.
Uma coisa que não entendo... Por que raios Russell Crowe ganhou Oscar de melhor ator? Sério... O cara não demonstra sentimento algum. Parece estar sempre com a mesma cara. Bonito ele é, mas é só isso que conta. O destaque fica para a Emma Watson, que mesmo com o cabelo de Hermione, fez-nos esquecer da bruxinha.
Enfim... faltou-me tempo para fazer uma resenha mais intensa e também para escrever a resenha do livro de ontem. Tive dores de cabeça fortíssimas em virtude de crise de TPM e também pelo meu aparelho dental. Não é nada fácil... Por fim, os trabalhos de final de semana também me pegaram... Espero poder retornar aos textos com mais intensidade estes dias. Beleza?

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Cavaleiros do Zodíaco Omega 聖闘士星矢Ω, um final mais que esperado...

Certos seriados e animações têm histórias de produção bem diferentes. Alguns começam ruins, mas depois melhoram. O caso de Cavaleiros do Zodíaco Omega 聖闘士星矢Ω foi exatamente o contrário. Iniciou com uma narrativa e desenvolvimento interessantes em sua primeira fase, alguns bons episódios na segunda, mas ao final fica-se com a sensação de que o anime deveria acabar mesmo.
Finalizamos nossa visualização da animação pelo Crunchyroll nesta última quarta-feira, em apoio ao consumo de produtos legais. A segunda fase teve alguns poucos bons momentos. A maioria deles foram muito mal animados e principalmente mal roteirizados. O que parecia ter uma lógica na primeira fase - Marte - perdeu sentido nesta fase de Pallas.
No início desta série houve alguns dramas dos personagens bem amarrados e situações cotidianas necessárias para o desenvolvimento das relações entre os jovens cavaleiros. Mas, isso se perdeu quase que completamente em "Pallas", que basicamente foi uma sucessão de lutas e mais lutas, a maioria sem a emoção necessária. Personagens aparecem e morrem sem você se lembrar quem eles eram e de onde vieram.
Talvez o grande problema, ao vermos o site do Anime News Network é notar a grande quantidade de realizadores na "arte do cenário", diretores de animação, roteiro e storyboard. Foram muitos profissionais diferentes para funções "chaves" em uma série contínua. Acreditamos que este foi um dos fatores para que, no todo, Cavaleiros do Zodíaco Omega tenha tido todos estes problemas de produção ao final.
Além disso, o descaso para com os chamados "lendários" foi imenso. A participação de Shiryu, Shun, Hyoga e Ikki poderia ter sido maior e mais produtiva. Como quase tudo que começa errado termina errado, eles sumiram sem termos notícias de seu paradeiro. Fora isso, as relações de amizade entre os jovens de bronze que poderiam ter se intensificado, foram praticamente perdidas. Em verdade, nesta segunda fase, deu-se atenção demais a personagens terciários, quartenários. A única relação que ainda chamava a atenção era a lealdade/amor de Titan para com Pallas.
Cavaleiros do Zodíaco Omega 聖闘士星矢Ω começou bem, teve uma boa primeira fase, mas encerrou sua jornada sem deixar saudades. Pelo contrário. O fã "clássico" - mais do que nunca - entende Omega como algo que nem chegou a ser uma continuação. Mas, como muitos espectadores brincaram nas redes sociais - no máximo, foi um sonho do Seiya.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Super-heróis americanos ou de animes... Todos são "O herói de mil faces"

O herói de mil faces é, certamente, um dos livros mais importantes que todo interessado em mitologia ou fã de quadrinhos, games, animação e afins deveria ler. O autor Joseph Campbell dá-nos um panorama curioso das diversas interpretações de mitos heroicos de vários lugares e épocas da humanidade. Conforme o resumo oficial:
Embora apresentem amplas variações em termos de incidentes, de ambientes e de costumes, os mitos de todas as civilizações oferecem um número limitado de respostas aos mistérios da vida. Em 'O herói de mil faces', Joseph Campbell - reconhecidamente, um dos maiores estudiosos e mais profundos intérpretes da mitologia universal - apresenta o herói compósito; Apoio, Wotan, Buda e numerosos outros protagonistas da religiões, dos contos de fada e do folclore representam simultaneamente as várias fases de uma mesma história.
O relacionamento entre seus símbolos intemporais e os símbolos detectados nos sonhos pela moderna psicologia profunda é o ponto de partida da interpretação oferecida por Campbell. O ponto de vista psicológico é, então, comparado com as palavras proferidas por grandes líderes espirituais, como Moisés, Jesus, Maomé, Lao-Tzu e os Anciãos das tribos australianas. Oculto por trás de um milhar de faces, emerge o herói por excelência, arquétipo de todos os mitos.
Há uma lógica de pensamento coerente do autor e uma tradução que torna o texto fluído e de fácil entendimento (a edição que a resenhista tem é da imagem ao lado, editora Cultrix). O que talvez o faz tão obrigatório nos dias atuais é o excesso de asneiras que se escreve acerca de possíveis plágios para o que não existe.
Há pensamentos, situações e hábitos semelhantes em todo o mundo, mesmo nas mais longínquas comunidades. Para se ter um exemplo relativamente próximo, temos o exemplo de Nippon no Mukashibanashi ふるさと再生 日本の昔ばなし. Este é um anime - o qual faremos uma resenha brevemente - que traz pequenas histórias do folclore japonês. Alguns delas são parecidas com nossas histórias folclóricas, como a Iara (mão d´água).
Outro exemplo de fato não heroico, porém comum, são figuras do gelo com personalidades fortes, irmãos com problemas a serem resolvidos. Caso claro de Freya e Hilda em Cavaleiros do Zodíaco e Elsa e Anna de Frozen. Situações comuns nas diversas culturas, nada a ver com o plágio citado neste artigo de Kotaku USA. Ou seja, O herói de mil faces é importante não apenas para nos fazer pensar nos heróis.
Mas, para lembrar-nos que conceitos universais que se tornam histórias com alguma semelhança, de comunidades que nunca tiveram contatos umas com as outras. Que no mundo do entretenimento há plágios, isso é fato. Mas, há muitos elementos míticos que são totalmente universais. Certamente, uma leitura obrigatória para se detectar tais situações.
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