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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Betty, a feia - a dublagem da década?

Navegantes!! Olha eu aqui para comentar  novamente de Yo soy Betty, la Fea, ou simplesmente Betty, a Feia. Desta vez, o post é para falar de um dos pontos mais fortes da versão (a original, em exibição na RedeTV) que veio ao Brasil: sua dublagem. Muitas pessoas simplesmente criticam a dublagem brasileira por um trabalho ou outro que sai mal feito.
Contudo, a dedicação dos dubladores brasileiros é avassaladora. Fora que, para os desavisados... para ser dublador é obrigatório ser ator. Ou seja, dizer que um trabalho é "mal interpretado" por ser dublado, é um pouco de má vontade... Porque em princípio, dublador tem que saber interpretar.
Além disso, muitas vezes, os comentários têm mais a ver com as traduções do que com a interpretação em si. Daí, se um título é mal traduzido, a culpa NÃO é do artista que ali está... É como culpar um ator por um roteiro ruim de um filme...
Mas, voltando... escrevo este post para lembrar das vozes de Betty, a Feia. E lembrar é um tipo de preciosismo, já que esta informação é rara de ser encontrada na net. O que acredito ser um absurdo, pois o trabalho de interpretação dos atores e atrizes foi fenomenal. Quiçá, talvez o melhor trabalho de dublagem da década passada.
Aqui, fica o grande registro às artistas do "quartel das feias", ao Luiz Laffey que é o Mario Calderon (também conhecido como o garoto-propaganda negro das Casas Bahia e o Shion de Áries de CDZ), e sim, obviamente, a própria Betty, Fátima Noya. É praticamente impossível conseguir imitar o tom que ela usa para a personagem. Genial!!! E, também fica novamente um registro... que venha Ecomoda, o spin-off da novela.
Por fim, meus mais sinceros agradecimentos ao Ivan Diego Betarelli, do site Falando de Dublagem, que me ajudou nos nomes dos profissionais que conheço a voz... mas, não sabia os nomes. Quem eles são? Seguem abaixo!!!

Beatriz Aurora "Betty" Pinzón Solano - Fátima Noya
Armando Mendoza Sáenz; - Alexandre Marconato
Marcela Valencia - Eleonora Prado
Mario Calderón - Luiz Laffey
Patricia Fernández de Brickman - Claudia Carli
Daniel Valencia - Affonso Amajones
Hugo Lombardi - Marcelo Campos
Nicolás Flaminio Mora - Sérgio Moreno
Aura María Fuentes - Sandra Mara Azevedo
Sofía de Rodríguez - Maralise Tartarine
Bertha Muñoz de González - Zayra Zordan
Sandra Patiño "La Jirafa" - Cecília Lemes
Hermes Pinzón Galarza (pai da Betty) - Walter Breda
Julia Solano Galindo de Pinzón (mãe da Betty) - Rosa Maria Baroli
Catalina Ángel - Adriana Pissardini
Inés "Inesita" Peña de Gómez - Isaura Gomes
Freddy Stewart Contreras - Marcelo Pissardini
Mariana Valdéz - Marcia Regina
Jenny García - Raquel Marinho
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13 comentários:

Dickinson disse...

Eu particularmente gosto e admiro a dublagem brasileira, inclusive gosto de animes dublados (sim eu gosto não vejo problema algum na dublagem afinal de contas são sou weeaboo ;)) Adoro a novela betty a feia e sua dublagem, as vozes combinaram demais com cada personagem especialmente a voz do Armando pois é sensacional ouvi-lo gritar, perfeita atuação que até parece que na versão dublada o Armando é mais nervoso do que na original.

nekomimi disse...

Olá, Sandra! Faz tempo, hein?
Não só me refiro ao tempo que fiquei sem postar um comentário sequer em seu blog, mas também à novela acima em questão(a Globo pretendia, tempos atrás, fazer um remake nacional dessa novela, só que colocando uma atriz bonita para fazer o papel da personagem-título, ao invés de uma que cobinasse com o papel. No final, eles desistiram de fazer isso e o remake foi para o esquecimento).
Mas, mudando de assunto:
Recentemente, descobri um filme japonês com um título que me chamou atenção: o filme chama-se “Saudade”(サウダーヂ), e é de 2011. Dirigido por Katsuya Tomita, roteirizado por Toranosuke Aizawa e Katsuya Tomita, produzido por Kotaro Date e Tomomi Tomita, 167 minutos de duração, o filme têm como tema os brasileiros no Japão, para ser mais exato, os chamados “dekasseguis”, brasileiros de origem japonesa que foram para o Japão para trabalhar em empregos que a maioria dos japoneses se recusa a aceitar, os chamados “trabalhos 3 K”. Os “3 K” são abreviaturas dos adjetivos japoneses para “kitanai”(sujo), “kiken”(perigoso) e “kitsui”(duro, puxado, pesado). Como a maioria dos japoneses prefere trabalhar em escritórios ou em outros empregos que não sejam os “3 K”, o Japão passou a importar mão-de-obra do Exterior, principalmente mão-de-obra formada por descendentes de imigrantes japoneses que emigraram para outros países no século passado. Mostra, entre outras coisas, como a recessão japonesa afetou os brasileiros que foram para lá, o relacionamento entre os japoneses e os brasileiros, entre outras coisas.
Para os brasileiros que se interessam em obras que mostram o Brasil e/ou os brasileiros sob o ponto de vista de outros povos, este filme pode ser interessante. Se alguém já legendou o filme, não sei dizer. Do contrário, o jeito é assisti-lo no original ou legendado em outros idiomas.
Quem sabe, você se interesse em conhecer mais detalhes sobre esse filme, ou até mesmo assisti-lo, ainda que online. Fica a sugestão.

L.Karina disse...

Caramba!Eu ainda não consegui ver Betty, a feia. A dublagem brasileira é fantástica e eu prefiro filmes e séries dubladas. Eu acho que e implicância em relação a dublagem tem haver com o sentimento colonial do Brasil. Tudo o que é de fora é bom, inclusive a cultura e a Língua.

Unknown disse...

Só como adendo, o Walter Breda é atualmente um ator de novelas globais. Acabou de sair de um personagem na Novel Salve Jorge.
Assim, nota-se que o profissional de dublagem tem que ser realmente ator "profissional".

sandra monte disse...

Neko...

Achei deveras interessante.
Você não teria um link para passar, né?

É interessante ter estas percepções sim, vou buscar informações!!!

Valeu mesmo.

nekomimi disse...

Oi, Sandra:
Link para informações sobre o filme ou link para baixar o filme, o que você quis dizer? Aguardo a sua resposta.

sandra monte disse...

Link para visualizar o filme.

Se possível em streaming... Ou computer está muito cheio...

Obrigada e abração!


Sandra Monte


Natália Maria disse...

Esta aí um trabalho que admiro muito: o de dublagem.
É incrível ver a pessoa por de trás de voz de uma personagem que tanto gostamos e nos assustarmos com sua aparência (que na maioria das vezes não condiz com sua voz).
Curti o modo que você citou o Luiz Laffey como garoto propaganda negro das casas Bahias... faltou citar que ele é o pai da Hannah Montana... rsrsrsrs
Curti a lista. Tem alguns nomes que reconheço e que fiquei curiosa para ouvir novamente.
ps: por incrível que pareça adoro a voz do Marcelo Campos... e fico pensando que é o personagem...

Ótimo post Sandra. Até mais

Roberta Caroline disse...

"é um pouco de má vontade... Porque em princípio, dublador tem que saber interpretar"

Teoricamente sim, mas aí se ele é bom ou não nisso, é outra história. Dia desses estava vendo a versão dublada de Evangelion 2.22 lançada aqui e..wow, a menina que fazia a Mary estava lendo o texto e sem qualquer emoção. Eu não entendo como o diretor da dublagem pode ter deixado isso passar.

Junior disse...

Realmente a dublagem é excelente. Algo que eu já havia notado, mas nunca tinha visto matéria a respeito.

Junior disse...

Parabéns aos dubladores e parabéns pela postagem com as informações.

Fabiana Silva disse...

Por favor, alguém sabe quem traduziu a novela? É que no momento escrevo um artigo sobre tradução e preciso muito saber quem foi.
Obrigada!

Luiz Laffey disse...

Muito obrigado pela citação!!! Realmente foi um trabalho delicioso de se fazer!