Desejo: Boas Festas...

domingo, 30 de setembro de 2012

Hebe Camargo, Demi Lovato e seus jovens comuns X otakus...

Navegantes!!! Este último sábado foi um tanto quanto especial. Talvez o termo certo seja interessante. Fui acompanhar minha sobrinha no show da Demi Lovato. Ao contrário do show da Selena Gomez, que curto pacas, desta vez só fui como companhia mesmo.
Lá na fila, eu soube da morte da Hebe Camargo. Não era fã dela, nem via os programas da mesma. Mas, não dá para negar uma certa falta. Afinal, desde que me entendo por gente... ela estava na TV. E é estranho lembrar que, já que muitos de minha infância estão morrendo, é porque eu também estou envelhecendo... Estranho lembrar deste fato no meio de um monte de gente jovem...
Na fila, conversando com o pessoal, percebi que houve uma certa mudança no comportamento do "jovem comum". Parece-me que eles - diferente dos "jovens comuns" de minha geração - estão mais tolerantes com tudo e com todos. Chega ser curioso perceber tal mudança e ver que ocorreu o contrário com os nichos, em especial os otakus, como citado em posts abaixo.
Não existe tolerância por parte dos otakus. É fácil achar um "jovem comum" curtir o PSY - Gangnam Style, mesmo que seja modinha... Inclusive, até foi tocado lá! Agora, vai um otaku dizer que gosta de Demi Lovato? Nossa, a pobre alma é avacalhada na hora...
Por fim, sobre o show propriamente dito: foi interessante. Prefiro a Selena Gomez e a Miley Cyrus. Mas, foi divertido ver o fanatismo juvenil pela Demi. Não imaginava que era tanto... E, ao final, eu e minha sobrinha quase fomos "levadas" com a multidão para outro show. Eram vários artistas no Z Festival. Foi uma sensação meio estranha. Só no metrô tive esta sensação do "ser levada" com a galera. E, a foto acima foi do telão. Vou ver se algum vídeo ficou minimamente bom... Mas, acho que não.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O Povo Brasileiro: aprendendo a nos conhecer...

Nós brasileiros, nesse quadro, somos um povo em ser, impedido de sê-lo. Um povo mestiço na carne e no espírito, já que aqui a mestiçagem jamais foi crime ou pecado.
Navegantes,
Continuando meus posts sobre livros, hoje falarei de uma das obras mais importantes sobre a História do Brasil: O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro. Aqui, vou mencionar minhas percepções acerca da leitura desta obra. Percepções estas que vão além do título em si...
Um ponto curioso é que, só agora com minha pós, é que realmente me interessei pela História do Brasil. Vejam que escrevi História com maiúscula, o que denomina a ciência. Por que só agora? Porque só agora estou a conhecer nossa História como ela realmente é. Daí, veio-me a mente algo curioso...
Não sei se é só percepção minha, mas os mais jovens preferem a História do mundo do que a nossa. E hoje percebo o porquê: aprendemos de forma totalmente equivoca a História do Brasil. Lembro-me de meu 1º e 2º e percebo que aprendemo-na muitíssimo mal. É como se soubéssemos que tudo aquilo ali era "fake". Faltava alguma coisa naquilo que aprendíamos.
E, só hoje entendi o que faltava: o real. Como foi, verdadeiramente, nossa História. Daí o motivo de tanto desinteresse por parte das pessoas, especialmente dos mais jovens que estão na escola. É um amontoado de textos desconexos, de assuntos e situações que parecem não se encaixar.
E, sabem o que é o pior: isso é política pública de ensino. Não mostrar o real, mas o ideal. Só que o real é muito mais interessante, mais instigante. O real faz-nos pensar em melhorias. Por isso ensina-se o "ideal ilusório". Ensina-se a farsa. Assim ninguém pensa.
Você, meu querido leitor, que queria conhecer melhor como surgimos e porque somos assim, leia O Povo Brasileiro. Conseguimos entender melhor nossas ações como nação, como povo ao ler esta obra. Curiosamente, é difícil entender como conseguimos nos manter como "nação", dadas as diferenças locais de cada região.
O que nos uniu? Dary Ribeiro disse-nos e ao mesmo tempo colocou-nos dúvidas. Ele nos faz diversos apontamentos, mas parece-me que o antropólogo aponta a incrível miscigenação que se deu. E, pela força bruta usada para que esta união se mantivesse em muitos momentos. E mais alguma coisa...
Ou seja, se você quiser entender, ou começar a entender nossa História, nossas ações, leia O Povo Brasileiro. E vejam, eu disse entender e não aceitar cegamente. Com o que aprendemos, podemos pensar em possibilidades de melhorias. Pensar é a palavra-chave. Porque com o que aprendemos na escola, não pensamos. Logo não discordamos e assim, perpetuamos tudo o que está ai...
É possível melhorarmos? Acredito que sim. Mas, para isso, é bom nos conhecermos. Por isso nenhum governo quer mudar a forma do ensino. Do pensamento saem mudanças, né? Leia. Não fique com preguiça ao ver as mais de 400 páginas, porque é um livro fácil de ler e compreender.
Afinal, somos um povo que aceitou ser brasileiro, porque não era nem nem indígena, nem africano e nem europeu. Na falta do que ser, somos brasileiros. Quer entender melhor? Então vá a uma biblioteca e leia. Ou compre, a versão de bolso não é cara. Para quem gasta R$ 15,00 em cada quadrinho, mangás ou DVDs, gastar R$ 25,00 com om livro é proveitoso e ideal, certo?

ANIMA INFO 1547

Mais informações do retorno das histórias inéditas do Zé Carioca

A editora Abril está, finalmente, dando corpo ao seu projeto de retomar as publicações de histórias inéditas do Zé Carioca. Caso não hajam mudanças, serão dois especiais. Um em outubro e outro em novembro. O de outubro traz todas as tiras do personagem da década de 40.
Já o especial de novembro trará as duas HQs inéditas atuais. Uma HQ de Fernando Ventura. E uma outra história de Arthur Faria Jr., com desenhos de Luiz Podavin. Os dois especiais terão 300 páginas, com as histórias e também matérias. Outras informações em breve.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

OTAKU: você se considera um? Oh coitado...

Navegantes!!! Dias atrás, a Michele Rommel fez um post no Nós Geek: Otaku x Alienação – Quando o hobby ultrapassa limites e se torna algo nocivo. Foi um post curioso: bem pessoal, mas bem elucidativo. E totalmente correto.
Quem participou da "segunda geração" de "otakus" no Brasil como eu e possivelmente ela, tem sentido cada vez mais vergonha "alheia" dos jovens otakus atuais. Sou de uma época que otaku tinha uma conotação diferenciada de um "nerd" normal. Hoje, o otaku brasileiro tem se aproximado demais do otaku japonês. Ou seja, uma criatura que só pensa no universozinho dele.
São aqueles tipos que veem mangá, anime e games e tudo que tenha uma relação com uma personagem qualquer "gostozinha ou fofinha", que critica tudo o que não for jpop ou jrock. Leio umas "pérolas" no Facebook que dão medo. São comentários desprezando nossa cultura em sua totalidade: nossos autores literários, nossos desenhos, nossas novelas, nossos cantores. Ou seja, tudo.
Pergunto: o que esta gente tem na cabeça? Sinceramente, não sei. Li outro dia nos comentários daqui do site e, para variar, lá no Facebook o termo "elite otaku". Elite, segundo o Houaiss, tem diversos significados. Dentre eles:

- o que há de mais valorizado e de melhor qualidade, especialmente em um grupo social;
- MINORIA QUE DETÉM O PRESTÍGIO E DOMÍNIO SOBRE O GRUPO SOCIAL;
- (...);
- MINORIA DOMINANTE;
- o que há de melhor;
- escolher, eleger

Daí pergunto: em que esta gente se considera "elite"? Privilegiado em quê? E pior: dominante ou ter prestígio para quem? Nem mesmo no meio, vide empresas do setor, otaku tem algum respeito. Não há animes na TV, logo não têm privilégios. A maioria dos mangás tem distribuição setorizada, logo os otakus não têm privilégios em bancas. Quase não há mais lojas especializadas em mangás e animes, diferente de comics. Ou seja, eu sinceramente gostaria de saber de onde saiu este termo, porque de uma "elite tradicional", otaku não tem nada.
Até mesmo entre os "nerds", podemos dizer que trekkers, fãs de Star Wars, heróis, etc, são elite. Porque há muito mais produtos em lojas especializadas (ou não especializadas) para estes consumidores. E por quê? Porque os citados acima não dependem de dinheiro de "papai ou mamãe". A verdade é que são poucos os otakus que têm "grana própria". Ou seja, nem "elite" dentro de casa este povo é.
Difícil entender estes jovens. Na minha época, não desprezávamos nossa cultura. Gostávamos de Armação Ilimitada, víamos novelas como Vamp... Víamos nos animes um novo estilo. Algo para juntar quem gostava da mesma coisa. Mas, não queríamos nos isolar, mas sermos respeitados.
Hoje, com tanta besteira que esta molecada tem dito - que nem é "revolta", mas infantilidade mesmo - eu e muitas pessoas de minha idade temos vergonha do termo "otaku". Crescemos? Sim. Trabalhamos? Sim. Temos grana para comprar produtos importados? Sim. Mas, nem por isso consideramo-nos "elite". Porque "elite" é outra coisa...
Eu gostaria que, se possível, meus leitores "retwittassem", colocassem no Facebook, comentassem para estes mais novos. Isso é sério. É muito sério. Nossa cultura não é para ser desprezada. Nossas novelas, nossa música, nossos filmes, nossos desenhos, nossa literatura, nossos quadrinhos. Nem mesmo nossas "porcarias" culturais...
Esta galera fala tanto do Japão, fala tanto de seus animes. Vejam se algum japonês despreza sua própria cultura. Não desprezam. E estão certos. Eles não se desprezam. Muito pelo contrário. É um povo que se dá respeito. O único grande elemento da cultura pop que, aparentemente, eles desprezam são justamente os otakus deles. Porque otakus é isolado, é um doente que não consegue minimamente ter uma vida em sociedade. É delírio meu? Não. Se você se considera um otaku, por gentileza, leia o livro Otaku - Os Filhos do Virtual de Étienne Barral. Quem sabe assim, você não muda um pouco de ideia quanto a ser um otaku...
Existem problemas sérios em nosso país? Existem. Mas, ao invés de "endeusar" outro país, tentemos melhorar o nosso. Não adianta reclamar de político, mas não devolver "troco a mais". Jogar lixo na rua, furar fila... A mudança começa de nós. Nossa cultura é riquíssima. Se não conhecem, é porque não querem conhecer. Não querem se abrir, ou seja, querem mesmo, ser "otakus", ser isolados, ser infantis a vida toda.
Endeusam tanto uma cultura que também tem influências externas. Ou, será o que "j-rock" é puro? Afinal, é "rock", né? Onde nasceu o rock? Onde nasceu o jeans? Inclusive eles sofreram uma forte influência de outras culturais. Então, não vamos desprezar nenhuma cultura. De nenhuma lugar. O mundo é globalização há séculos. As influências são diversas. Em todos os lugares. Mas, como eu disse acima - já estou a ser repetitiva - não vamos ignorar, especialmente, a nós mesmos.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

ANIMA INFO 1546

ABRADEMI retorna suas atividades com encontro de Lady Oscar
A ABRADEMI - Associação Brasileira de Desenhistas de Mangá e Ilustrações - retornará suas atividades no próximo domingo com um encontro sobre Lady Oscar - A Rosa de Versailles (Versalhes). A atividade comemora os 40 anos do lançamento do mangá, um dos mais representativos e influentes no estilo feminino tanto no Japão como na Europa.
Haverá uma palestra de Cristiane Sato - autora do livro JAPOP - O Poder da Cultura Pop Japonesa -, mostra temática, exibição do animê dublado e interpretação da música-tema pela cantora Camila Sakihara. Além destas atividades, ocorrerá outra, uma aula de desenho mangá.
O encontro acontece no Assistencial Mie Kenjin Brasil: Av. Links de Vasconcelos, 3352, próximo ao Metrô Vila Mariana. É necessário levar 3 KG de alimentos não perecíveis ou então R$ 10,00. Outras informações, acesse os links acima.
Vale recordar que houve um hiato de 10 anos de atividades da ABRADEMI. A importância história da associação para o mangá/ anime no Brasil é incontestável, já que a mesma realizou o primeiro evento de mangás/ animes e também diversas palestras com dubladores e outros elementos ligados à cultura pop japonesa.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Censura à obra de Monteiro Lobato: a eliminação do passado...

Navegantes,
Hoje, alguns sites, entre eles o da Veja Online, divulgaram a intenção do STF (Supremo Tribunal Federal) em banir das escolas a obra Caçadas de Pedrinho de Monteiro Lobato. O motivo seria o racismo contido no título.
Pois é... como assim? Gente, o livro foi escrito em 1933. Naquele momento havia um racismo ainda mais latente que hoje. Não estou dizendo que isso é certo. Estou dizendo que havia e isso estava transcrito em algumas obras. O que querem fazer, afinal?
Eliminar o passado como ele foi? As pessoas não entendem que a negação de um fato só o reforça? Quando se quer apagar, eliminasse a existência do fato e, sem lembrança, corre-se o risco de que o mesmo volte a acontecer. É, no mínimo, ridículo querer tirar um livro das escolas por este motivo.
Onde estão e qual o papel dos professores, então? Não é justamente contribuir na educação e orientar? Não cabe a eles orientar sobre o momento histórico o qual o livro foi escrito? Alguns vão dizer: "mas criança não vai entender a explicação"... Desculpem, mas quem diz isso está subestimando e ajudando as crianças de hoje a serem, no mínimo, imbecis. Vou contar uma historinha...
Quando eu estava na terceira série... Havia uma colega negra e gorda na sala. Um dia, um moleque mala tirou sarro dela por estes motivos. Minha professora ficou metade da aula em um sermão que nunca esqueci. E tenho certeza muitos de meus colegas nunca esqueceram. Ninguém tirava mais onda com ela... Só os tontos mesmo...
Ou seja, dizer que crianças não entendem é subestimar a inteligência das mesmas. Eliminar o passado só faz com elas desconheçam e cometam os mesmos erros.
Reclamem em seus blogs, sites, redes sociais. Com seus professores e onde puder. Não podemos deixar que apaguem a nossa História e a nossa literatura. As mesmas devem ser explicadas, e não eliminadas como se nunca tivessem existido. O politicamente correto está gerando frutos nefastos com a ausência da História. Daqui a pouco, viveremos o mundo de 1984 de George Orwell, em que toda a História fora eliminada e alterada. É isso que queremos?

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

ANIMA INFO 1545 - Especial

ParaNorman, uma animação com "conteúdo"

ParaNorman é ambientada uma animação  na cidade de Blithe Hollow, local que 300 anos atrás, houve uma famosa caça às bruxas. O menino de 11 anos Norman passa a maior parte dos seus dias apreciando filmes de terror e estudando crenças sobre fantasmas. Ele realmente tem a habilidade de ver e falar com os mortos, como a sua avó. No colégio, Norman se esquiva do bullying de Alvin e troca ideias com seu amigo Neil.
O garoto é contatado inesperadamente por seu estranho tio Prenderghast, com a revelação de que a praga de séculos da bruxa é verdadeira e está prestes a se tornar realidade. E, apenas Norman é capaz de impedir que isso possa atingir o povo da cidade. Quando um grupo de sete zumbis subitamente se levanta de sua sepultura, Norman descobre que está numa corrida contra o tempo junto de sua irmã e amigos.
A animação é uma produção da Focus Features e LAIKA, as companhias de Coraline. Após este título, ParaNorman é o segundo stop-motion de animação feito pela LAIKA em 3D, juntando as duas formas de arte para contar uma história assustadora, engraçada, mágica e emocional, hilária e assustadora.
Apesar de inicialmente parecer uma história comum, ParaNorman é uma animação tão densa, quiçá mais, que Rango. Sua inovação não se dá pela parte técnica. Mas, pelo argumento e roteiros muito bem trabalhados. Não é um título previsível. Ao contrário, há muitos elementos inesperados na história. Tão inesperados e instigantes, que nem é possível citá-los neste artigo para não estragar a percepção da obra. E filme também consegue subverter a lógica dos zumbis com muito bom humor.
Infelizmente, este longa-metragem animado não foi bem de bilheteria nos Estados Unidos, o que pode afetar seriamente sua "estadia" nos cinemas locais. Não é uma animação infantil. Inclusive, segundo a assessoria, algumas crianças saíram chorando em algumas prévias. Realmente, Paranorman faz-nos chorar.
Não de medo. Mas, a histórias nos remete a algo que pode ter acontecido. Algo tão profundo e sério, que bate nas portas da sociedade conservadora americana e, inclusive, na brasileira. E deixa-nos com uma indagação: o que o ser humano seria capaz de fazer por medo? As cenas finais também causam um sentimento interessante, de algo que ocorre em nossas vidas, mas que não temos coragem de admitir.
ParaNorman estreia esta sexta-feira em circuito nacional. Entretanto, fica o registro para que se veja logo este filme, pois, dada sua estranheza, corre o risco de ficar pouquíssimo tempo em cartaz. Mereceria um Oscar de roteiro. Mas, nem para animação, o conservadorismo de Hollywood permitiria uma indicação.

Olha o Kenshin nos mostrando uma terra sem lei...

Navegantes! Apesar da ligeira sumida desta semana, estou vivinha! Bem, sumida aqui porque continuo firme no Twitter! Estes dias, houve uma notícia que me deixou muito contente: a vinda do filme Rurouni Kenshin ao Brasil.
Vocês sabem que gosto muito desta história. E, acho que o filme realmente deve ser bom. Os trailers, ao menos, dã-nos esta sensação! Houve uma overdose de notícias nas redes sociais. Mas, o que me chamou a atenção em diversos lugares foi a total falta de citação da fonte! E, depois do que li nos comentários deste post da Mara, só tenho uma coisa a dizer.
Para quem não percebeu... não se atentou... O correto é citar uma fonte, seja lá de onde ela for. Seja de site nacional ou internacional. Algum site foi efetivamente o primeiro. Além disso, há ocasiões que existem exclusivas. Mas, recentemente, vi sites pegarem sumariamente notícias exclusivas de outros sites. E não foi só caso citado. Foram "outros casos"...
Sério mesmo gente... vocês acham isso certo? Sempre que é possível, especialmente quando há uma única fonte, o correto é fazer uma citação. Não vai deixar nenhum site "menos site de notícias". Não vai deixar ninguém "menos" por isso. Ao contrário, dará mais credibilidade.
Fico chateada porque tenho falado disso há anos. Mudam sites, mudam os nomes, mas este tipo de procedimento continua, como se a internet fosse uma terra sem lei. E não é preciso "Lei de Imprensa" ou quaisquer outros tipos de artifícios. Basta que haja a "lei do bom senso e respeito".
Tenho certo receio, pois a falta de citações têm sido recorrentes. Especialmente na "midia especializada" que a Mara (lá do post) sempre comenta! Galera viu Kenshin e outros tantos animes, alguns destes que narram tanto a hombridade... Mas, na hora de aplicar na vida cotidiana... A internet só se faz terra "sem lei" quando falta sensatez... Tentemos, todos nós, ser um pouco sensatos. Para pensar gente...
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