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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Aquele tal mercado de mangás: o exemplo de Hero Party Comic

Navegantes,
Costumo mencionar possibilidades para o mercado de mangás, animes e etc. Hoje, tivemos uma grata surpresa com Hero Party Comic, quadrinho em estilo mangá nacional, de Marcelo Cassaro e Érica Horita. Os dois fizeram um "chamado" pelo Kick Starter, que é, basicamente, um site de vaquinha online. O projeto alcançou o valor inicial e estão em uma etapa seguinte. Não será somente um quadrinho online. Dependendo do valor, a pessoa poderá ter uma versão impressa.
Alguns navegantes podem pensar: eu gostaria de fazer o mesmo... mas não sei inglês para me inscrever no site. Bem, aos que não sabem, há um site brasileiro que faz mais ou menos a mesma coisa: o Catarse. O link que coloquei é especialmente de projetos de quadrinhos. Ou seja, uma boa possibilidade.
O fato faz-nos pensar na atual situação do quadrinho nacional. Como nos mostra o site Cultura e Mercado, o atual momento das HQs brasileiras passa por um dos seus grandes momentos de reflexão. Acredito, sinceramente, que Cassaro e Horita encontraram uma das formas mais dignas de fazer quadrinho, já que as editoras não fazem nada.
Por fim, espero sucesso ao projeto. E espero que, algum dia, o Cassaro possa pensar em levar para frente algum projeto de licenciamento. Porque é no licenciamento que a grana realmente rola. Afinal, ele trabalha para o "maior quadrinhista/ empresário" brasileiro de quadrinhos (Maurício de Sousa), não seria feio imitá-lo.
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4 comentários:

Nekomimi disse...

Oi, Sandra:
Você leu o meu último comentário naquele seu post:"Aquele tal mercado de animes no Brasil: uma questão cultural..."? Porque parece que você ainda não leu, já que não havia nenhum comentário seu sobre aquele meu último comentário naquele post.
Sei que deve ter sido por causa dos problemas com a operadora de celular (que você citou num post posterior) ou por estar tendo problemas de saúde devido ao ar seco e poluído de São Paulo nestes dias de veranico e baixa umidade (saiu até no Folha de São Paulo que a umidade do ar na Capital está menor até do que no Saara Ocidental). Mas, quando tiver tempo, seria possível responder àquele referido comentário? Bom, é só isso. Desejo melhoras. E beba muita água, já que o perigo da desidratação é maior com esse tempo que está fazendo.
E sobre a matéria deste post (sobre a Hero Party), vale citar tam,bém outra iniciativa brasileira. Trata-se da Ação Magazine, uma revista bimestral nos moldes das revistas de antologias de mangás, um tipo de revista muito comum no Japão (um exemplo bem comhecido é a Shonen Jump, com suas centenas de páginas repletas de histórias de diferentes autores, além de anúncios e publicidade, etc.) e que por aqui ainda é novidade, já que o leitor daqui está acostumado com os mangás colecionáveis que são vendidos nas bancas.
Não há nenhum problema em imitar o Maurício de Sousa, o problema é que os quadrinhos dele seguem as normas estabelecidas por Osamu Tezuka e seus seguidores, enquanto que os mangás que os fãs de mangás/otakus apreciam são os do tipo que surgiram a partit dos anos 1960 e 1970, criados por autores que se rebelaram contra as tais normas citadas anteriormente.

sandra monte disse...

Vou dar uma lida!
Realmente, muita coisa passou batida estes dias... O_O

LockerDark disse...

Sandra Monte, falei um pouco sobre você e sobre o quadrinho nacional no meu podcast, eu não tenho medo de dar opinião.
Cofere lá http://www.youtube.com/watch?v=dD22nkACVzY

sandra monte disse...

Ué...
Não ter medo de dar opinião usando um nick é fácil. Qualquer um o faz.

:P