Desejo: Boas Festas...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Você compra um amigo?

Navegantes,
O texto abaixo retirei do Facebook, mas acredito que seja deste site. Não tenho cachorros por uma questão de espaço... Mas, eu faço uma festa danada quando vejo um! Esta é uma campanha - acho que posso dizer que é - importante em relação a bichos de estimação.
Você compra um amigo? Certo... há quem "compre". Mas, amigos sinceros não se compram, não se vendem. No caso deles há um carinho mútuo. Assim, leia com atenção. Se realmente quiser um bichinho, vá e adote. São tantos querendo um lar... Para quê comprar? E a imagem ao lado é de um cachorro já adotado. Que, para mim, parece o Hong Kong Fu!!!!

Petshops e comerciantes ilegais não fazem perguntas: basta pagar o preço e qualquer um pode levar pra casa um cachorrinho 'de raça'. Eles não se importam se o 'freguês' tem condições financeiras ou perfil psicológico para ter um cão em casa.
Pagou, levou. Até parcelam no cartão (especialmente para aquele tipo de gente que não vive sem uma prestação pra pagar).
O resultado disso: abandono e maus tratos. Quem dá valor MONETÁRIO a um animal de estimação se acha no direito de fazer o que bem entender com ele: negligenciá-lo, abandoná-lo, descartá-lo.
Grande parte dos animais abandonados nas ruas das cidades ou recolhidos nos CCZs e abrigos, foram um dia criados e vendidos por esses cafetões inescrupulosos. Não compactue com esse comércio: não compre em petshops que vendem filhotes, denuncie a venda de animais em praças e parques.
Em São Paulo, o número para denunciar é 156.
Se não funcionar, ligue pro 190 e mencione a lei municipal 14483/2007.
Quem vende filhotes, não gosta de animais: gosta de dinheiro.


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8 comentários:

Anônimo disse...

Muito bom! Muito boa iniciativa! Parabéns.
Por Francisco Ronaldo.

Diogo Aires (Dood) disse...

Também tem o lance de ser responsável e de não se informar antes de adquirir um cachorro. Aí abandona porque cresceu de mais e não cabe mais no apartamento, ou dá trabalho etc... É um disparate.

ShadowBlad disse...

A prepotência da humanidade chegou a um ponto onde nos julgamos no direito de poder interferir na vida de todas as outras espécies do planeta.
Por que nós temos o direito de "adotarmos" um animal,e achar que o mesmo está sob nossa posse ?
Não somos donos de nada.Retirar um animal de seu ambiente natural,seja ele qual for,por pura auto-satisfação e achar que está fazendo algo bondoso,caridoso ou em prol do bem comum,é mostrar o quanto se é ignorante,prepotente e hipócrita.

sandra monte disse...

Isso que você disse é válido quando, depois de tudo, o animal é abandonado, esquecido ou judiado.

Quando isso acontece, o que é o caso, daí aquele animal que está desprotegido precisa de alguém para cuidá-lo.

Mas, não comprar, porque não se deveria comprar ninguém...

ShadowBlad disse...

Acha certo Sandra,retirarmos um "animal" de seu ambiente natural simplesmente por que queremos um "bichinho de estimação" ?
Se o caso for de maus tratos a um "animal",deve-se trata-lo adequadamente,e devolve-lo a seu ambiente.

sandra monte disse...

Claro que acho errado retirar um animal de seu ambiente natural.

Agora, pergunto-te: qual é o ambiente natural de um cachorro ou gato que está perambulando na rua? Seria a rua?

Não. Para nós, o ambiente natural de tais bichos, que ao longo dos séculos foram domesticados, é ao lado de alguém.

É isso que este post prega. Não de pegar um leão e levá-lo para casa... Entendeu?

ShadowBlad disse...

Entendo seu ponto de vista,porém,embora o ambiente de um cão ou gato seja urbano,não é de nosso direito retira-los de seu ambiante,por pior que ele seja.
um passarinho também vive no ambiente urbano,nem por isso é certo pega-lo para "criar com todo o carinho *-* "
O ponto que quero abordar é que nós não devemos nos dar ao direito de interferir na natureza e nas espécies existentes nela.Por que ao meu ver,apesar de tratarmo-os bem,nós os temos como algo de nossa posse e não como uma espécie que tem como nós,o direito da liberdade,sem nenhuma interferência humana.

sandra monte disse...

Agora entendi seu ponto de vista.

Entretanto, não concordo.
Afinal, a interferência humana faz-se presente em um tal nível, que, diferente de um passarinho que vive realmente livre, um cachorro gato ou afinal nem sempre tem esta "liberdade", mesmo estando na rua.

Se seu pensamento é este, então, teoricamente, seria e errado tirar uma criança de rua da rua. Afinal, aquele seria o "ambiente" dela, que ela conhece e vive uma infância inteira..

Seria o "capricho" de querer vê-la nos moldes da sociedade "burguesa".

Enfim...
Acho que este papo não vai acrescentar-nos, já que ambos conituamos com nossas opiniões intactas.

Se quiser escrever mais, fique à vontad.