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domingo, 18 de setembro de 2011

Os crentes e a elite cultural: o parodoxo da diversidade

Caros navegantes,
Abixo, segue um texto escrito por Newton Guimarães Cannito, pesquisador na área de comunicação. Autor do livro A Televisão na Er Digital, ele tem diversas ideias interessantes e que devem ser levadas muito a sério.

Os crentes e a elite cultural: o parodoxo da diversidade

A elite cultural brasileira não gosta dos "crentes". Afinal eles não são o "brasileiro tipico" do imaginário cultural brasileiro. Crente não leu Gilberto Freyre.
Para a elite cultural o brasileiro tipico seria: alegre, malandrinho, meio músico, curte samba ou funk e a mulher é gostosa e trepa bem.
A elite cultural queria que o pobre fosse a imagem do pretinho alegre da escravidão. Mas para tristeza da elite os pobres estão é virando crente mesmo.
A elite adora diversidade cultural e o crente não curte tudo.
Para a elite umbanda é "uma cultura linda". Para um crente a umbanda é magia mesmo. Crente acredita em umbanda, a elite acha uma tradição super bonita e que tem músicas ótimas.
Para a elite o pobre ideal é tropicália: ele circula, é diverso, tem contato com a cultura popular e de preferência tem sexualidade ambígua e libertária.
A elite gosta de pobre com estilo. Pobre sem estilo é chato.
Ver texto completo neste link.


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