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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

ANIMA INFO 1370 - Special / Especial

Overview of Animes Market in Brazil – 2011

The Brazilian informative Website called Papo de Budega periodically carries out some analyzes of the Brazilian market for mangas and animes. The first analysis was an Anima Info 67 – Special published on July 6, 2006. At that time, the market seemed to be – and maybe it was really – interconnected.
However, along the way we have realized that the market for mangas has developed its own history, without depending on any anime on TV, and the events keep on having their own attractions.
But precisely the first big element which was included in that interconnected market got now apart: the animes. From the time of that Anima Info in 2006 until now, many things have changed in the animes world in Brazil. Unfortunately, things got much worse.
Some years ago, the Brazilian TV channels – both open and closed ones - used to show many animes. The cable television Cartoon Network, on its part, practically does not show animes anymore. On the other hand, Animax channel will definitively stop showing animes in 2011. The reason for it is a change of policy at the companies that apparently do not see the animes anymore as a good source of audience and therefore not as a good source of profit.
Among the channels at the open TV, only a few of them show animes. The TV channel that most reaches good results with it is Rede TV by showing Pokemon, Inazuma Eleven, among others. The Globo channel, on the other hand, practically shows only Dragon Ball Z and will show in the future Dragon Ball Kai.
But what happens in Brazil, so that there are only a few animes included in the TV program schedule and thus on DVD? There are many reasons for it. In November 2010, Papo de Budega pointed out some improvement topics for the market of Japanese animation in Brazil. Some of those topics refer to the fans themselves. However, in the meantime we have realized that the companies have also played a very important role at the present market.
The number of users on fast Internet as well as the period of time of being online has been growing in the last years in the country. Regarding the otakus, one can observe that many people download animes once there are not too many episodes showed on TV or sold on DVD. By talking to those people we found out that some of them would like to have available in Brazil a website like Crunchyroll or Viz Media which show animes online. However, some of them do not see this option as something practicable at this moment.
On the other hand, there is the point of view of the companies. Maybe they are the major responsible ones for having so few animes available in Brazil. The Brazilian TV channels do not have much interest in animes, and they prefer the Disney formula, meaning that they prefer to show series such as Hanna Montana or Isa TK+ (Nick). But what about the animation owners?
Unfortunately, some of them are not able to sell their animes due to this lack of interest of the TV channels, and also because they are afraid of the limit of age of the spectators allowed to watch them. But other companies are still very afraid of Internet, and they argument that showing animes online could lead to piracy. This is curious then the formula seems to have worked out in the USA. Besides, if fans download animes then these people are able to watch their favorite animations on Internet.
Furthermore, another very outstanding point is the fact that there is ONE SINGLE big Japanese company physically established in Brazil, which is Sanrio. The owner of Hello Kitty has several shops in São Paulo, a website in Portuguese providing information, sales of products and DVD on the market. Sanrio itself licenses its products without depending on any other Brazilian company for it.
Maybe this is the big lesson for many Japanese companies, i.e., believing in the Brazilian market. Disney, Warner, and Paramount, on their part, have representative offices in Brazil. There we have the question: why do the Japanese companies not establish in Brazil, so that they can themselves take care of their interests? Perhaps by doing that, the Japanese companies could learn how the Brazilian market works, and become independent of Brazilian representatives.
A recent example of the problem of the Brazilian market is what occurs in Sailor Moon. There is a possibility for the animation to be shown on TV again and to return to the DVD market, but in 2010 many times negligence occurred regarding this animation, and the most important was related to the animation dubbing. Apparently, the negligence occurs because the company is not “physically” established in Brazil, and therefore does not know the Brazilian market.
There are certainly other cultural points causing the lack of interest in animes in Brazil. However, considering the commercial aspect, rather than otakus the Japanese companies have to rethink the strategy of work in Brazil, and this both by broadcasting the animations – the Internet viability – and by trading and distributing the products. A change of behavior of such companies is necessary. Some of them have been working well on their products, after all the Rede TV has been showing animes. However, other companies seem to be “lost”, they do not understand the Brazilian market. After all who can take good care of your business better than you? That is the question...


Panorama do mercado de animes no Brasil – 2011

O site informativo brasileiro Papo de Budega faz, periodicamente, algumas análises do mercado brasileiro de mangás e animes. O primeiro deles foi um Anima Info 67 – Special publicado em 06 de julho de 2006. Naquela ocasião, o mercado parecia – e talvez estivesse realmente – interligado.
Entretanto, com o passar dos anos, percebemos que o mercado de mangás ganhou vida própria, sem depender de nenhum anime na televisão. E os eventos também continuam com suas atrações.
Mas, justamente o primeiro grande elemento do que era um mercado interligado, agora está isolado: os animes. Daquele Anima Info de 2006 até hoje, muita coisa mudou no mundo dos animes no Brasil. E infelizmente, para muito pior.
Anos atrás, havia muitos animes na televisão brasileira, tanto a TV fechada quanto aberta. Mas, emissoras como o Cartoon Network praticamente não exibem mais animes. Já o canal Animax deixará, definitivamente, de exibir animes em 2011. O motivo é uma mudança de política das empresas, que aparentemente, não veem mais os animes como fonte de boa audiência e conseqüentemente, lucros.
Das emissoras abertas, poucas são as que exibem animes. A que mais tem conseguido bons resultados é a Rede TV com Pokemon, Inazuma Eleven entre outros. Já rede Globo praticamente exibe somente Dragon Ball Z e futuramente, Dragon Ball Kai.
Mas, o que acontece no Brasil para haver tão poucos animes na televisão, e conseqüentemente em DVDs? Há vários motivos para que esta situação ocorra. Em novembro de 2010, o Papo de Budega colocou alguns pontos de melhorias para o mercado de animação japonesa no Brasil. Alguns pontos são referentes aos próprios fãs. Mas, ao longo dos anos, percebemos que as empresas também tiveram papel importante na atual situação do mercado.
O número de usuários de internet rápida cresceu nos últimos anos no país. E o tempo que uma pessoa fica online também aumentou. O que se percebe em relação aos otakus é que muitos baixam animes, já que são poucos os títulos exibidos na TV ou vendidos em DVDs. Em conversas com os mesmos, alguns gostariam que existisse no Brasil um site como o Crunchyroll ou a Viz Media, que exibem animes online. Outros, porém, não acham isso viável no momento.
Então temos o lado das empresas. Talvez elas sejam as grandes responsáveis pelo Brasil ter poucos animes. As TVs brasileiras não têm muito interesse em animes, preferindo a fórmula da Disney, ou seja, exibição de “series” como Hanna Montana ou Isa TK+ (Nick). Mas, e as donas das animações?
Infelizmente, algumas não conseguem vender seus animes por causa desta falta de interesse das TVs, também pelo receio da classificação indicativa, um tipo de censura pré-estabelecida. Mas, outras companhias ainda têm muito receio da internet e alegam que colocar animes online poderia ocasionar em pirataria. O que é curioso, pois a fórmula parece dar certo nos Estados Unidos. Além disso, se baixam animes, estes mesmo fãs têm condições de assistir as suas animações preferidas na rede.
Outro ponto que chama muito a atenção é que só existe uma ÚNICA grande empresa japonesa instalada fisicamente no Brasil: a Sanrio. A dona de Hello Kitty tem diversas lojas em São Paulo, um site em português com muitas informações, vendas de produtos e DVDs no mercado. A própria Sanrio licencia seus produtos, não dependendo de nenhuma empresa nacional para isso.
E esta talvez seja a grande lição para muitas empresas japonesas. Acreditar no mercado nacional. Disney, Warner, Paramount têm, elas próprias, escritórios no Brasil. Então, fica a questão: porque as empresas japonesas não se instalam no Brasil para cuidar, elas próprias, de seus interesses? Talvez, com esta instalação, as empresas japonesas possam conhecer, elas próprias, o funcionamento do mercado brasileiro. E não depender de representantes nacionais.
Um exemplo recente de problema no mercado brasileiro é o que ocorre em Sailor Moon. Há possibilidades da animação retornar a televisão e ao mercado de DVDs. Mas em 2010, houve diversos descuidos com este título, o principal deles com a dublagem. Aparentemente, todos os descidos ocorrem, pois a empresa não está “fisicamente” no Brasil e não conhece o mercado local.
Certamente, há outros pontos culturais para que haja um menor interesse nos animes no Brasil. Mas, comercialmente, mais do que os otakus, as empresas japonesas precisam repensar como atuar no Brasil. Tanto em veiculação das animações – a viabilidade da internet -, como comercialização e distribuição de produtos. É necessária uma mudança de comportamento delas. Algumas têm trabalhado bem seus produtos, afinal há animes na Rede TV. Entretanto, outras parecem “perdidas”, sem entender o mercado brasileiro. Afinal, quem melhor do que você próprio para cuidar do que é seu? Eis a questão...


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12 comentários:

Fernando Ventura disse...

Se a censura ("classificação indicativa") impede que os desenhos sejam comprados pelas emissoras, por que não vender as séries direto em DVD?

Patrick Raymundo disse...

Quando a questão está embasada em um tripé (empresas X fãs/público X mercado) a situação complica por causa da complexidade dessa relação. Empresas japonesas aceitam contratos com quem pagar, não exigindo no contrato como deve ser feito o tratamento da série. E isso é diferente do contrato com as editoras de mangás. As empresas de mangás japonesas exigem certo tratamento para as suas obras em contrato, como, por exemplo, que o volume contratado siga a leitura oriental. Parece não existir estas cláusulas contratuais em relação as empresas que cuidam de animês. Poderiam, por exemplo, manter critérios de seleção de dublagem. Os japoneses também possuem olhos apenas para os EUA, deixando tudo nas mãos, muitas vezes incompetentes, de representantes como a 4Kids ou a Viz. No caso da Viz, vimos a polêmica dublagem de Blue Dragon, que acabou com a série no Brasil. E isso é um erro das empresas japonesas: não possuir certo controle contratual de suas obras, por que não possuem escritórios no Brasil. Já as empresas nacionais pecam, por incrível que pareça, por não saber lidar nem com o público, nem com o mercado. Trazem séries pela metade (Sailor Moon), não concluem séries lançadas (Hunter X Hunter) pelas baixas vendas e não estabelecem acordos de mercado para lançamento de produtos relacionados (camisetas, CDs etc...). Esperam a série fazer sucesso, para depois correr atrás de parcerias para o mercado. Não foi o caso de Bakugan, por exemplo. Já alguns fãs estão se metendo demais aonde deveria haver trabalho profissional. Outro grupo de fãs não acompanha a série porque ela foi dublada. Os fãs preferem pegar tudo na web, pois não há cortes, eles concordam com a tradução e o produto é legendado. Um desafio para as empresas brasileiras é se igualar a isso. Já o mercado, como não há público (pois este está baixando pela web), não vê razões para investir nestes produtos. Isso isola os animes (sem público não há mercado e sem mercado não há investimento). As empresas devem competir com a web. Como vemos, é uma situação delicada. O trabalho das empresas japonesas é este: conhecer o mercado, investir em ações que atraiam o público (streaming, por exemplo), tratar dos animes a nível pessoal e, claro, fazer propaganda dos produtos, parcerias para o lançamento de produtos e tudo isso só será possível, ao meu ver, com escritórios em nosso território.

P.s.- Fernando, algumas empresas já lançam séries e filmes diretamente em DVDs e Blu-Rays. Foi o caso da 1° temporada de Lost Canvas e do filme de EVA.

Desculpem por escrever tanto. :)

sandra monte disse...

Fernando, a resposta está no post, hahahhaha Bem, em partes. Por que lançar é possível. Mas, dai vem o outro lado, dos fãs comprarem...

E Patrick, foi o que falei no Twitter: para os japoneses entenderem nosso mercado, é necessária a instalação. Afinal, a melhor forma de conhecer uma língua é vivendo no local, né?

As grandes empresas têm que se instalar em um local para poder fazer sua estratégia de marketing.

O grande exemplo é a China: porque existe um corre-corre das empresas se instalarem lá? Como vão conhecer as particularidades de um mercado de longe?

E o mesmo acontece com o Brasil.

CaioSun4 disse...

Ótimo post, Sandra!

Até acredito que, em certo tempo, algumas empresas realmente apostaram no mercado de animês e DVD's ( a estratégia de markeeting de FMA na Rede TV! foi realmente boa, não se pode negar. E ninguém pode culpar a Focus de não continuar os DVD's se não vendem, oras), mas as resultados não foram satisfatórios e todo mundo sabe no que deu. Mas, isso levo ao verdadeiro problema: as empresas não sabem quem são o seu público-alvo! Lançam uma série ao cego, sem nem um conhecimento sobre o que certas franquias podem proporcionar. E mais uma vez, o exemplo é FMA: markeeting fudido, lançamento em DVD, enfim, porém o que adiantou ao lançar a série às 18:00 da tarde picotada? É uma série com público alvo adolescente ( a classificação no ANIMAX era 14, se não me engano)!. Isso é claramente o efeito da postura "desenho é coisa de criança" das empresas e emissoras. Pega uma franquia adolescente de sucesso no Japão e lança no ocidente pra criança. Por isso que os DVD's não são lançados: Naruto rapidamente ganhou lançamento pela PlayArte, pois tinha o apoio do anime na TV. Fãs não fazem mercado e, sim, a massa. Não há razão comercial alguma pra lançar Naruto se ele fosse só mais um animê que tivesse 50.000 membros na comu do Orkut, pois nem metade disso compraria,mas se a série tem lançamento em um canal nacional a possibilidade de vender 30.000 DVD' é bem mais plausível. Escrevi demais ><

Francisco Othon Pereira de Norões disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Francisco Othon Pereira de Norões disse...

Os desenhos animados estão perdendo espaço!

Tá tudo chato na TV, mas há esperança!


Os desenhos animados estão perdendo espaço!

Tá tudo chato na TV, mas há esperança!



Não curto fazer textos apocalípticos (apesar de abusar deles), mas, infelizmente, terei que fazer mais um. Pessoal, é com imenso pesar que digo: os desenhos estão perdendo espaço!

Em 2000, estreava no mundo o canal Boomerang, que tinha a ideia original de exibir apenas clássicos, como Pica-Pau, Looney Tunes, clássicos da Hanna-Barbera, entre outras animações. No auge da brincadeira, tínhamos Cartoon Network, Nickelodeon, Fox Kids, Boomerang e Disney Channel. Todos com a programação voltada, em sua maioria, para exibição de desenhos animados, dos quais Cartoon e Boomerang, exibiam apenas desenhos.

Enfim, eis que estamos em 2010 e os animados estão perdendo cada vez mais espaço na grade de programação destes canais. Fox Kids virou Jetix que depois virou Disney XD, Boomerang sofreu uma profunda reformulação e de clássicos, começou a exibir novelinhas adolescentes que já passaram na BANDEIRANTES e SBT e exibe alguns filmes que subestimam a inteligência infantil, ou melhor, humana. E o Disney Channel, bem, é Disney, não evolui faz tempo e depois que deu um golpe de sorte com High Scholl Musical, só sabe fazer séries idiotas com música, com destaque para a chatíssima Hanna Montana.

Agora as duas que já falei várias vezes aqui e, por sinal, sempre conseguem me surpreender. A Nicke até que mantém o mesmo nível, já que ainda tem os desenhos como maioria em sua programação e com bons títulos, como Bob Esponja, Pinguins de Madagascar, Padrinhos Mágicos e o Nickenite (que está exibindo atualmente Ren & Stimpy, Dogcat, O Mundo de Rocco, entre outros). Mas deu uma aumentada no espaço para as fucking novelinhas, como Isa TKM, ICarly, Drake & Josh, entre outras do nível das exibidas no Boomerang. Por sorte, os principais desenhos passam no horário nobre do canal.

Já, o Cartoon, acho que está esperando a pá de cal. Recentemente resolveu diminuir o espaço dos desenhos e exibir filmes. Já perdi a conta de quantas vezes que Máskara e Esqueceram de Mim foram exibidos. Apenas Luzes, Drama e Ação (que é praticamente uma continuação de Ilha dos Desafios), Flapjack e Chowder tiram algumas risadas e possuem algumas boas sacadas. Para quem já teve Adult Swim, Cartoon Cartoons, Toon Live e Big Bag, é uma tremenda decepção. Parece que o fosso que a galera do CN entrou a partir de 2005 nem tão fundo.

Esperança

A esperança está no Tooncast, um canal da Turner, (mesmo grupo do Cartoon e do Boomerang ou seja PERIGO), que tem a mesma proposta do início do Boomerang: exibir clássicos!

Problema que poucas operadoras de TV assinatura o disponibilizam em suas grades, ou então só é disponível nos pacotes mais caros. A razão é simples, as operadoras têm medo que o canal tenha o mesmo destino do Boomerang e, no final, tenham vários canais exibindo a mesma coisa. Espero que não, curti o Tooncast porque além dos clássicos da Hanna-Barbera, Warner Bros, MGM, Filmation, Universal, entre outros, ele também exibe os clássicos do Cartoon Network, como Coragem, Johnny Bravo, Laboratório de Dexter, A Vaca e o Frango, Meninas Super Poderosas, entre outros Cartoon Cartoons que fizeram do Cartoon Network o canal referência entre os desenhos, coisa que não temos hoje em dia.

Vou ficar na torcida (e encher o saco da minha operadora) para ver se a Net traz o Tooncast para a grade de programação.

O restante que se lixe!

E vocês? Concordam, descordam, preferem Isa TKM? O espaço aí de baixo é para isso.


fonte:

http://baconfrito.com/os-desenhos-animados-estao-perdendo-espaco.html

Francisco Othon Pereira de Norões disse...

Canais de desenho na TV paga o que diabos aconteceu com elas?


Bom chapa, em uma época antiga eu curtia muita TV paga, especialmente para ver os canais de desenho para falar a verdade.

Na minha época era muito bom Cartoon, a Fox Kids e e a Locomotion.

Lembro que foi na Cartoon onde eu assisti Dragon Ball Z, Inuyasha, Samurai X,Pokemon (confesso que tive uma fase que curti bastante isso) e vários outros animes que antes passava, fora desenhos bem divertidos de ver de vez em quando como Tom e Jerry, Johny Bravo (único personagem criada pela Cartoon que realmente gostei, era realmente muito f%$#@ ele... até chegar Meninas superpoderosas, Billy e Mandy e mais uma por$#@! de desenho ridículos que se tornaram o foco). Fora que também reassisti clássicos como Yu Yu Hakusho e Cavaleiros nela.

Fox Kids também era muito boa, assisti direto Homen Aranha e X-Men, não pude assistir antes (sempre tive vontade, mas passava os desenhos na hora da escola) e poder assistir nela foi muito bom.

Locomotion também tinha seus desenhos que me animava como Evangelion, Barão Vermelho (provavelmente vou achar tosco agora mas na época curti pacas), He-Man, Lupin the Third e outros desenhos mais 'adultos' por assim dizer.

Bons tempos aqueles... nostalgia imensa.

Tou agora de férias e chegando em casa resolvi dar uma olhada neles, há muito tempo não presto muita atenção nisso, pois fui estudar fora, ficava pouco em casa e comecei a assistir meus programas meio que na net mesmo com youtubes da vida, logo por mais de 3 anos não olhava neles para valer, no entanto eu lembro que tava com birra da cartoon pois sua grade horária tava muito cheia de 'Cartoon Cartoons' (Turma do Bairro, Billy e Mandy e trocentos outros programas da Cartoon que na minha opinião a grande maioria eram horrendos, só Johny Bravo salvou mesmo na minha opinião), Fox Kids também não era a mesma coisa e perdi o contato com a animax por ter mudade para o Sky, antes usava directv.

E para minha surpresa, eles 'morreram' por assim dizer. Sei que locomotion se tornou animax e Fox Kids se torno Jetx ou algo do tipo, não sei que nome tem agora.

Mas independente disso, distorceram demais. por$#@! meu, só tem aqueles seriados dos anos 90 para crianças agora, tipo Eu a Patroa e as Crianças, Kane e Lych (sei lá qual o nome dessa dupla, se bem que tem trezentos seriados do tipo com o nome de uma dupla qualquer que ninguém dá bola).

Animax é só isso e filme de terceira agora, únicos animes que passam é só da meia noite à 5 da manhã.

Cartoon é mais triste ainda, tá passando direto Chapolin e Chaves e uma penca de outras seriados genérico dos anos 90 e um programa chamado Plantão do Tas, que para minha surpresa é aquele cara careca lá do CQC, por$#@! meu, por um momento achei que tava vendo o sbt por algum engano.

Boomerang que era uma filial da Cartoon que tinha como proposta passar desenhos antigos como Zé Colméia, Speed Racer e esse desenho das antigas foi igualmente distorcido e tá irreconhecível, cheio dessas merdas de seriado.

Fox Kids/Jetix deve ter mudado de nome denovo pois não achei.

Nem o canal da Disney escapou dessa avacalhação.

Enfim, tá deprimente a situação na minha opinião, nunca imaginei que poderiam cair tanto assim, mas porra meu, como ficaram assim por acaso. Cartoon Network até um tempo atrás era um dos mais vistos (se não o mais), lembro de uma reportagem inclusive de uma crise que mostrou que todos os canais perderam audiência menos a Cartoon e elogiavam como parecia que desenho parecia não perder força mesmo em situações adversas.

Como um cnala tão foda tornou essa mer*&¨%?

Tá realmente deprimente isso.





fonte:
http://www.players.com.br/forum/index.php?/topic/115872-canais-de-desenho-na-tv-paga/

Power Otaku ^_^x disse...

Ótimo texto Sandra.

Bem, por falar em desenhos perdendo espaço, tinha visto um jornalista e crítico de TV (Armando Vanucci) comentar que a Globo tem na Gaveta uma idéia de uma revista eletrônica feminina parecido com o Hoje em Dia da Record, para as manhãs. Possivelmente no lugar da TV Globinho.

Será que é esse o futuro dos Desenhos na Globo? Sumir de vez?

sandra monte disse...

Não acho que os desenhos animados vão desaparecer.

Mas acho que é um momento, algo sazonal. Houve uma época que tinham muitos tokusatsus na TV. Hoje, são os seriados. Quando a galera se cansar, voltam as animações.

Espero.

Francisco Othon Pereira de Norões disse...

O que aconteceu com os canais infanti e jovens ???



Já se foi o tempo, em que se estava-mos cansados de ver filmes, séries e Shows. Dava aquela vontade de ver algum canal de desenho, e noa deparava-mos com desenhos de temáticas mais adultas (ou pelo menos mais inteligentes) ou desenhos mais antigos, e mais criativos...

Hoje em dia, eu vejo que os canais estão a mesma coisa: desenhos totalmente nada a ver, sem noção, chatos, mongolóides, sem graça, e Emos!

Disney Channel, antes se focava em desenhos e séries da Disney como Mickey Mouse, e Pato Donald. Hoje só passa Hannah Montana e Jonas Brothers.

Disney XD, (pra começar, olha que nome mais ridículo) cópia e xerox do Disney com seus seriados Emos, sem graça e retardados (ainda se salvam pelos poucos animes).



Animax, pra começo de conversa, foi o MELHOR CANAL DE DESENHOS DA HISTÓRIA: O Locomotion! Depois da mudança só exibindo desenhos Japoneses (menos mal, até gostava). Agora virou mais uma cópia dos mesmos, com seus seriados retardados, Teens, Emos e insuportáveis!

Boomerang, "o que vai volta"(?), BULLSHIT! Isso é passado. Agora o canal, é mais um espelho dos demais: seriado Emos, Justin Bieber, seriados de patricinhas insuportáveis, e desenhos igualmente mongoloídes.

Cartoon Network, exibia desenhos da Hannah Barbera, WB, e até alguns animes legais (YuYu Hakuso, e Dragon Ball Z) agora virou um "Discovery Kids versão pré-adolescente", com desenhos péssimos (parecendo aqueles feitos em flash) e até exibe filmes toscos nos fins de semana...

RA-TIM-BUM, Um lixo sem tamanho (a SKY ainda coloca nos pacotes mais caros, por mim nem de graça eu iria querer).

Nicklodeon, não me agrada. Pois os desenhos legais, agora passam de madrugada, dando espaço ao memso desenhos chatos em flash e 3D.

Nick Jr, Canal feito especialmente para concorrer com o Discovery Kids. Agora criar um canal que passe desenhos, filmes e séries dos anos 80, ninguém cria. Descartável.

Discovery Kids, ao lado do Nicklodeon, foi o que menos sofreu mudanças, mesmo assim, o canal que era prum público de 2 a 7 anos, passou prum público de 0 a 4 anos...

Tooncast, o únco que (por enquanto) não virou um covil teen-emo-nx zero-restart.

Mais aí eu pergunto, teria necessidade de criar o Tooncast se esses canais todos, não tivesses sido tão descaracterizados?

Daqui a pouco até o Tooncast, começa a passar esses seriados Emos, e mongolídes também...


fonte: vcfaz.net

Francisco Othon Pereira de Norões disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

Das duas uma: ou eu estou ficando velho, ou as animações e filmes que passam hoje na TV aberta brasileira são de qualidade questionável.... Todas os desenhos que passam hoje em dia (salvo raríssimas exceções) tem um quê de bananice, heróis apáticos, histórias que não empolgam e por aí vai. Antigamente até as sessões de filmes da tarde eram legais, hoje temos sempre um filme com um animal mais uma criança vivendo numa família feliz..... Infelizmente a TV brasileira perdeu em qualidade, e vai perder muito mais..... Falta ao Brasil e as empresas criarem alternativas a Tv aberta e de fácil acesso ao grande público (quem aguenta assistr num domingo à tarde a competições banais com cães e tudo mais nos programas dominicais). Alternativas como o CRUNCHYROLL, dos EUA, poderia ser testadas aqui, já que no país temos pouquíssimo ou quase nenhum contato com produções orientais vindos de forma legal para cá, mas para isso as empresas precisam vir para cá e conhecer nosso mercado, já que as empresas nacionais, que representam essas marcas não conhecem....