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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Digital Age 2.0, compartilhando ideias dos especialistas!!!

Navegantes,
Esta semana aconteceu o Digital Age 2.0, evento que aborda diversos temas acerca de mídias sociais e do desenvolvimento tecnológico se seus benefícios para as pessoas. Apesar de não poder ter ido - haja dindim - recebi algumas informações e comentários via releases que desejo compartilhar consigo!!!

Para Marcelo Tripoli - CEO da iThink - , as empresas precisam mudar o conceito de como atingir seus consumidores, e isso começa com uma nova forma de encarar todas as mudanças do processo de comunicação
Para o especialista, não existe mídia social, e o consumidor não mais distingue o que é digital. “A social media é uma atitude da empresa de estar dialogando e quebrar paradigmas para conversar com os clientes, não apenas um ambiente da nternet”.
Seguindo esse raciocínio, Tripoli enfatizou que as empresas e seus presidentes precisam entender essa nova forma de lidar com seus produtos. “O ciclo de exposição de entrar e sair das mídias não funciona na mídia digital porque o consumidor está procurando a marca o tempo todo na internet”. Além disso, ele defendeu que o produto começa a ter mais importância para os consumidores do que simplesmente propagandas que tentam impactá-los. “O que muda é que o usuário poder ir atrás de seus interesses. As marcas não têm mais controle. Os consumidores ganharam voz ativa no processo”, completou.

Sérgio Branco e Patricia Peck falam sobre copyright, remix e necessidade de reformulação das leis que abrangem os direitos de propriedades intelectuais, e se tornam cada vez mais desgastadas com o avanço da era digital
Para Branco, que é professor de direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV), as únicas pessoas que se beneficiam das atuais leis de direito autoral são aqueles que usam modelos de negócio do século passado. “Nos anos 90 aconteceu uma evolução e a acessibilidade a dispositivos que copiavam conteúdos. Hoje em dia, o direito autoral diz respeito a todos nós”.
Segundo o professor, estamos em uma época onde prevalece a cultura do remix, onde nada é novo. “Todos os produtos são criados baseados em outros, se apropriam e se baseiam em outros”.
Patrícia Peck, advogada especializada no assunto, defendeu que a lei precisa ser reformulada. Para tal, ela apontou algumas mudanças que devem ser feitas. Entre elas, poder copiar um CD que já se possua sem infringir a lei; poder reproduzir músicas e vídeos sem fim comercial; tornar de domínio geral notícias diárias; criar novas formas de fiscalização, entre outros.
Patrícia questionou como a atual lei dos direitos autorais lida com casos onde as obras são constantemente alteradas, como uma foto de uma pessoa que passa por um processo de edição e, pode ainda, acabar em uma matéria televisiva e editada por uma terceira. “Como atribuir direito a essas variações da obra?”, questiona ela.
No entanto, a advogada defende a criatividade. “Temos que proteger a criação, não podemos perder isso. Mas temos que respeitar a lei, sem ela, não há sociedade”, completa.

Guy Kawasaki apresenta novidades das redes sociais e formas inteligentes de se pesquisar na internet
Em uma demonstração em tempo real, Guy rapidamente encontrou milhares de pessoas com interesses em comum em uma determinada região do globo, apenas criando um filtro que utilizou as mensagens recentes deixadas por usuários no Twitter. Da mesma forma, o consultor e investidor do Vale do Silício fez uma busca por chefes de empresas, exemplificando como pode ser útil utilizar as várias opções de filtros presentes na web.
Quando questionado sobre se as redes sociais serão ou não uma realidade, Guy disse que em 1995 as pessoas se questionavam da mesma forma quando falavam de internet. “Naquela época, quem resolveu arriscar se deu muito bem. Acho que é algo muito parecido com o que estamos vivendo atualmente”.
Guy ainda enfatizou que é muito importante que as empresas saibam como lidar com seus consumidores nas redes sociais, criando comunicações que sejam sinceras e com as pessoas corretas. “Não adianta ter um milhão de seguidores se boa parte deles não liga para o conteúdo que você posta”.

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