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terça-feira, 20 de julho de 2010

Porque sou contra a “Lei da Palmada”...

Navegantes,

Agora tecerei alguns comentários acerca de um dos assuntos mais polêmicos da última semana. A Lei da Palmada, Lei Tapinha... seja lá qual nome for. Desejo dizer que sou contra esta lei. Que por sinal, parece que os legisladores têm pensado em leis inúteis e que podem ocasionar problemas sérios na sociedade.  Em nome de um "politicamente correto" que já demonstrou não funcionar...

Por que sou contra? Porque acredito que são os pais que devem educar seus filhos. É certo que a lei não seria para "tapinhas", mas para agressões maiores. Daí eu pergunto: para quê uma lei de algo que já é proibido? Afinal, já não existe uma lei que orienta as pessoas, no caso a Constituição e o Estatuto da Criança e do Adolescente?

Além disso, muita "criança" pode se valer desta lei para inibir a ação educativa dos pais. Daí algum psicólogo pode dizer: "mas bater não educa".  Desculpem-me, mas uma surrinha educa sim. Gerações e gerações levaram tapas e nem por isso, se tornaram adultos violentos, delinguentes ou psicopatas. O medo também faz parte da educação de uma pessoa. E sim, vocês leram certo: medo. Não é medo dos pais, mas medo da surra.

O que acontece hoje é assintomático. O "politicamente correto" colocou na cabeça das pessoas que é errado dar um tapas. Mas, há ocasiões que só conversinha não resolve. Será que se tivesse levado uns tapinhas, a Suzane von Richthofen teria feito o que fez? E detalhe, que eu me lembre - corrijam-me se eu estiver errada - o pai ou a mãe dela era psicóloga/o, né?

 Como eu disse, não sou a favor que pais espanquem seus filhos. Mas, não precisa de uma lei para isso. Já existe uma lei. Parece que quanto mais inventam, mais "merdas" acontecem no mundo...

 

 

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4 comentários:

Felipe Nasca disse...

Eu não posso dizer com toda a certeza que "bater educa", e nem que não educa. Acho que é um extremo, que deve ser evitado ao máximo, mas convenhamos que há horas em que é necessário sim. Principalmente na pré-adolescência quando começa um sentimento de "eu posso tudo, eu sei tudo, eu sou invencível".

Tem criança / pré-adolescente / adolescente que se acha o centro do universo e entra facilmente num frenesi de fazer e dizer tudo o que der na telha, e isso pode dar em muita merda. Às vezes um tapão é o único jeito de fazer uma pessoa voltar a si, cair na real. Mas repito que acho que isso acontece em situações extremas.

E são bem idiotas pessoas que defendem demais as crianças. Não sabem que elas têm plena consciência de que estão protegidas para fazerem suas porra-louquices.

Você pai, psicólogo, pedagogo babão que acredita na santidade casta das crianças, aos olhos delas vocês são uns OTÁRIOS. Sabe por quê? Por que são mesmo, oras.

É que nem a "lei da homofobia". Algum(s) político tentando se promover e "ficar bem na fita" com ONGs e instituições que apoiam esse ECA (que faz jus ao nome).

Isso é pra movimentar o mercado dos advogados, dos promotores, dos juízes, a dita INDÚSTRIA DO PROCESSO! Rola grana nessas paradas e é de olho NISSO que nascem esses esforços.

E muita gente tonta aceita que se criem mais leis, leis, leis, mais regras de como devemos viver. Não existe mais o bom senso, o diálogo, a concessão, a análise. Todo mundo quer ser robozinho com instruções enfiadas na cabeça para serem seguidas à risca. Isso é falta de MATURIDADE. Precisa do "papai Estado", da "mamãe Justiça" para resolver tudo!

Cresçam, p****!

Felipe Nasca disse...

Não posso dizer com toda a certeza que "bater educa", e nem que não educa. Acho que é um extremo, que deve ser evitado ao máximo, mas convenhamos que há horas em que é necessário sim. Principalmente na pré-adolescência quando começa um sentimento de "eu posso tudo, eu sei tudo, eu sou invencível".

Tem criança / pré-adolescente / adolescente que se acha o centro do universo e entra facilmente num frenesi de fazer e dizer tudo o que der na telha, e isso pode dar em muita merda. Às vezes um tapão é o único jeito de fazer uma pessoa voltar a si, cair na real. Mas repito que acho que isso acontece em situações extremas.

E são bem idiotas pessoas que defendem demais as crianças. Não sabem que elas têm plena consciência de que estão protegidas para fazerem suas porra-louquices.

Você pai, psicólogo, pedagogo babão que acredita na santidade casta das crianças, aos olhos delas vocês são uns OTÁRIOS. Sabe por quê? Por que são mesmo, oras.

É que nem a "lei da homofobia". Algum(s) político tentando se promover e "ficar bem na fita" com ONGs e instituições que apoiam esse ECA (que faz jus ao nome).

Felipe Nasca disse...

Isso é pra movimentar o mercado dos advogados, dos promotores, dos juízes, a dita INDÚSTRIA DO PROCESSO! Rola grana nessas paradas e é de olho NISSO que nascem esses esforços.

E muita gente tonta aceita que se criem mais leis, leis, leis, mais regras de como devemos viver. Não existe mais o bom senso, o diálogo, a concessão, a análise. Todo mundo quer ser robozinho com instruções enfiadas na cabeça para serem seguidas à risca. Isso é falta de MATURIDADE. Precisa do "papai Estado", da "mamãe Justiça" para resolver tudo!

Cresçam, p****!

L.Karina disse...

Mais alguém que concorda comigo.O ''politicamente correto''é assustador com seu discuros falso liberal,que se aproxima e muito de uma ditadura,onde se deve fazer apenas o que é ''do bem''.