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sábado, 29 de maio de 2010

ANIMA INFO 1233

Editora JBC lança “Miyuki-chan no País das Maravilhas”

Com o filme Alice no País das Maravilhas, houve diversos lançamentos inspirados neste tema. Seguindo essa onda de sucesso, o mangá de volume único Miyuki-chan no País das Maravilhas já está disponível no mercado brasileiro.
Seu enredo é uma curiosa paródia, que utiliza como referência elementos marcantes dos famosos contos de Lewis Carrol para descrever as aventuras de uma jovem estudante chamada Miyuki. Indicada para maiores de 16 anos, a história se passa em diversos “países” espetaculares, habitados apenas por charmosas e atrevidas mulheres que se sentem atraídas por Miyuki e desejam seduzi-la.
Miyuki é uma jovem estudante, que certa manhã acorda atrasada e sai correndo para a escola. A garota mal pode imaginar as surpresas que a aguardam. A primeira delas ocorre quando Miyuki encontra, no meio do caminho, uma mulher vestida de coelhinha, correndo sobre um skate. Um buraco abre-se no chão e ambas caem dentro dele, sendo transportadas para o primeiro dos sete “países” espetaculares que a garota irá conhecer.
A partir daí Miyuki passa pelo “País das Maravilhas”, “País do Espelho”, “País da TV”, “País do Trabalho Temporário”, “País do Mahjong”, “País do Videogame” e pelo “País de X”, todos eles igualmente inusitados e cheios de mulheres sensuais que tentam envolvê-la por meio de jogos, festinhas e brincadeiras surpreendentes.
O mangá conta também com um conteúdo especial em 24 páginas coloridas, divididas em Galeria de Imagens e Arte Conceitual da Versão OVA (Original Vídeo Animation). E, curiosamente, a editora JBC usa o termo "graphic novel", que tem um conceito diferente da editora Companhia das Letras. A primeira usa graphic novel com o conceito de encadernação, um projeto gráfica mais trabalhado. Já a segunda usa o termo como algo com estilo próprio, diferente de comics, mangás e tiras.

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1 comentários:

Felipe Nasca disse...

Eu não sou purista, mas acho ridículo o uso de uma expressão como "graphic novel" na língua portuguesa.

Puro modismo das editoras, o que fica perceptível justamente na diferença com que cada uma adotou o termo.