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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

ANIMA INFO 1144 - especial

O Lobisomem

Estreia hoje em circuito nacional o filme O Lobisomem, com BENICIO DEL TORO, ANTHONY HOPKINS, EMILY BLUNT e HUGO WEAVING. Na história, A infância de Lawrence Talbot terminou na noite em que sua mãe morreu. Após deixar a aldeia vitoriana de Blackmoor, ele passou décadas recuperando-se e tentando esquecer. Mas quando recebe uma carta de sua futura cunhada, informando sobre o desaparecimento de seu irmão, Talbot volta para casa a fim de unir-se às buscas. E depois de constatar que algo brutal, com insaciável sede por sangue, está matando os aldeões, ele é alertado sobre uma antiga maldição que transforma homens em lobos em noite de lua cheia.
Agora, para acabar com a matança e proteger a mulher que passou a amar, Talbot precisa destruir a feroz criatura das florestas que cercam Blackmoor. Mas ao ser mordido pela horripilante besta, esse homem simples, dono de um passado atormentado, descobrirá um lado rudimentar de si mesmo que nunca imaginou existir.
Pelo que pudemos ler acima, na sinopse oficial, já dá para imaginar que o filme tem muitos clichês, certo? Sim, têm sim e muitos. Mas, é interessante que mesmo com os clichês - que logo percebemos todos no início de Lobisomem - percebemos como é bom ver um filme de suspense/terror de vez em quando. Há alguns sustos e algumas cenas chocantes. Uma delas, em verdade, chama a atenção por ter um toque de realidade. Em certo ponto da história, Talbot vai para um manicômio. E é aí que - mesmo em um filme de ficção - percebemos que nós, humanos, também podemos ser monstros maquiados de doutores.
Os efeitos visuais do filme são bons. O motivo é simples, quase não se percebe a presença dos efeitos. A fotografia é um tanto carregada demais, mas, dado o roteiro, é perdoável. A música de DANNY ELFMAN combina com o longa-metragem. Lobisomem tem um outro ponto importante a seu favor: não é desnecessariamente longo. O "time" do filme é certo e o espectador não vai se cansar. Ou seja, Lobisomem é um filme de terror para entreter, sem deixar ninguém perturbado.

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1 comentários:

Felipe Half Boiled disse...

Eu nunca fui muito chegado em filmes de suspense e menos ainda terror (só gostei de "Espíritos - A Morte Anda ao Seu Lado").

Mesmo assim, acho que clichês não são ruins apenas por serem clicês, nem um pouco. Só acredito que eles devam ser bem usados. Quando você vê uma situação clichê em um filme, acho que conta muito mais como a cena foi realizada do que a cena em si.

Eu amo clichês bem feitos, por isso eu sou fa de tokusatsu, hahahah! "Shinkenger! Mairu"