ATENÇÃO: O Papo de Budega está em pausa, mas já estamos pensando em novidades e continuidade no seu site preferido.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

ANIMA INFO 1707

Star Wars ganha coleção de minilivros

A editora Panini lança com exclusividade a coleção de minilivros Star Wars Jedi Master, que reúnem informações sobre os sete episódios da saga cinematográfica e vêm acompanhados de miniaturas Abatons. São nove minilivros de cada episódio, totalizando 63 volumes de informações sobre os filmes, os personagens e muito mais. Os Abatons são miniaturas de cerca de 3cm que reproduzem fielmente as feições de cada personagem, em 60 modelos diferentes.
Os envelopes começam a chegar às bancas a partir de 4 de fevereiro (São Paulo) por R$ 5,90 e trazem um minilivro de 16 páginas tamanho 6,3 x 8,9cm junto com um Abatons. Cada envelope com um minilivro da coleção Star Wars Jedi Master da Panini traz uma miniatura-surpresa Abatons como brinde. São 60 modelos de Abatons no total.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Os Dez Mandamentos - o Filme, faltou o básico: educação

Editado às 21h57: no trecho com cor diferente.
O universo cinematográfico brasileiro foi tomado pelas notícias acerca de Os Dez Mandamentos - o Filme, que estreou semana passada em circuito nacional. O título conseguiu feitos inacreditáveis de pré-venda o que causou amores e ódios no meio do entretenimento. Por ter sido muito badalado neste sentido, obviamente, tornaria-se alvo fácil para toda sorte de críticas.
O que acontece com o filme é digno da vitória de um campeonato qualquer, em que ninguém aceita o título de um time qualquer por "n" razões. Houve uma mega pré-venda, mas que em muitas sessões houve muitos espaços vazios nos cinemas. Houve o fato em si, a venda. Mas, o resultado final é o mencionado por diversos veículos de comunicação. Mas, qual seria o motivo para tamanho fracasso?
Eu poderia dizer que o mesmo que fez a novela ter feito tanto sucesso. E que a "Record/Universal" ignorou totalmente. O público não-fiel da igreja Universal. Um grande número de pessoas assistiu à novela e um dos motivos foi o tratamento de marketing da mesma em  sua estreia. Haviam propagandas em diversos veículos como por exemplo, na grande transferência do metrô Paulista/Consolação (o corredor entre a Linha Amarela e Verde) em São Paulo.
O que imaginamos que ocorreu é que a "Record/Universal" assumiu o marketing da produção, deixando assim, a Paris Filmes em segundo plano de atuação. O problema é que a publicidade ficou centrada praticamente única e exclusivamente dentro das igrejas e veículos de comunicação da mesma. Fora delas, não se via nada. Ou seja, a "Record/Universal" ignorou o público diverso, o público de cinema. Daí, temos outra triste constatação. Mesmo tendo recebido de "graça" o ingresso, porque os próprios fieis não foram? A questão é bem simples e não pode ser tomada de forma pejorativa: foi falta de cultura, de educação. A atuação em muitas igrejas restringe-se em apontar o "culto pelo culto". Não se incentiva que estas pessoas aprimorem seus conhecimentos.
Retirado do site Gazeta do Povo

E entende-se conhecimento como leituras de livros e revistas - para além da bíblia- peças teatrais, museus e sim, cinema. Grande parte das instituições religiosas não incentiva o conhecimento. Não é interessante a elas, ter pessoas "pensantes". Daí, quando se precisa -  acho que estas foi a primeira vez que isso ocorreu - , estas mesmas pessoas não entendem que ir ao cinema é uma ação cultural. Esta é uma lição triste vista com toda a situação que vai "para além da venda de ingressos". Grande parte das pessoas que frequentam tais instituições não têm cultura o suficiente para ir ao cinema, seja pela falta de incentivo, oi desinteresse diversos.
Daí, o papel que deveria também ser cultural de instituições religiosas em incentivar conhecimento, perde-se somente em gritarias, em incentivos a preconceitos entre outros fatores nada louváveis. Faltam às instituições ter também um papel importante de educação. Ou seja, venda por venda de ingresso pode ser "bonitinho", mas falta algo mais importante a população.
Por fim, eu ainda não viu ao filme. Não pelas críticas de jornalistas, porque sei que muitos deles não viram a novela e criticaram com o plus de raiva contra a Universal, ignorando o trabalho real feito na produção e atores. Contudo, houve quem tenha visto a novela e disse que ficou decepcionada. É um pouco com base nesta pessoa que estou divagando se vou ou não assistir ao filme.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Big Brother, aquele que manipula e não é você...

O Termo Big Brother originalmente vem do livro 1984 de George Orwell. Sua tradução é "Grande Irmão". Basicamente, é o líder do Partido, que manipula a vida das pessoas. Supostamente, as mesmas acham que têm decisões sobre suas vidas, mas na verdade, quem decide tudo é ele.
Nestes tempos atuais em que as pessoas "pensam" que decidem alguma coisa, inclusive na televisão, é fundamental a leitura deste livro para entender BIG BROTHER. Assim como no livro, elas não decidem nada e as cartas estão marcadas sem elas perceberam. E, qualquer alusão com a realidade atual é mera coincidência. Leia mais neste link.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Divagações neste período de sumiço...

Queridos navegantes...
Quero informar-lhes que este meu sumiço nada tem a ver com as férias - que acabaram faz tempo - ou qualquer outra coisa... Na verdade, estou divagando em algumas pequenas mudanças e em escrever os textos para o site. Tenham fé que volta ao normal... E sim, vira e mexe há novidades, como os posts da semana passada. E, como bem diz o olhar do nosso amigo urso.. continuo de olho em vocês!!! Abraços.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Anomalisa

A animação em stop motion, Anomalisa, de Charlie Kaufman e Duke Johnson, conta a história de Michael Stone. Marido, pai e respeitado autor de "Como Posso Ajudá-lo a Ajudá-los?", ele é um homem incomodado com a rotina da sua vida. Durante uma viagem de negócios para Cincinnati, onde está programado para dar uma palestra em uma convenção, ele se surpreende ao descobrir uma possível escapada de seu desespero: Lisa, uma despretensiosa representante de vendas, que pode ou não ser o amor de sua vida.
Indicado ao Oscar de animação, "Anomalisa" será só um indicado mesmo. A Academia de Artes Cinematográficas tende a nunca dar o prêmio máximo a uma animação adulta. E este título é muito adulto, em hipótese algum podendo ser visto por criança. Emprestam a voz para a animação Jennifer Jason Leigh ("Mulher Solteira Procura" e "Sinédoque, Nova York") como Lisa, David Thewlis ("A Teoria de Tudo") como Michael e Tom Noonan (série "12 Monkeys") como a voz de todos os outros personagens.
Com exibição restrita, está passando somente me versão legendada. E, é bem curioso assistir à animação em som original. Em um primeiro momento, acreditamos ser um personagem gay por conta da voz do "antigo amor" do protagonista, mas com o passar dos minutos entendemos o porquê da voz masculina. Um outro ponto interessante tem a ver com o nome da personagem que dá título. O nome dela tem relação direta à língua portuguesa falada no Brasil. Mais detalhes, só vendo o filme mesmo.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Pai em Dose Dupla

Pai em Dose Dupla é uma boa comédia que estreia amanhã em circuito nacional. O título conta a história de Brad (Will Ferrell), um pacífico executivo de rádio que se esforça para se tornar o melhor padrasto para os dois filhos de sua esposa. As complicações começam quando Dusty (Mark Wahlberg), o descontraído e aproveitador pai verdadeiro, aparece, forçando-o a competir pela afeição das crianças.
As situações de disputas entre os dois são bem sacadas. A trilha sonora é boa e o final relativamente inesperado. É um típico filme para cristão americano, mostrando o lado bom do "bom americano de família". Causa um pouco de estranhamento em uma cena ou duas, quando os brasileiros são mencionados. É um título legal de ser visto no cinema, mas, nada que não possa esperar pelo lançamento na TV paga.

Os esquecidos do Holocausto - deficientes, ciganos, gays...

Hoje acontece o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. Comumente, as pessoas lembram desta data por conta do gigantesco número de judeus mortos. Porém, vale aqui uma grande ressalva para a lembrança desta data. Além de judeus, ainda houve um grande número de deficientes físicos e mentais, ciganos, gays, comunistas e todos aqueles que tentaram ajudar os demais...
Lembro-me de uma cena terrível de um dos vídeos do Holocausto, em que uma freira estava com uma criança na fila de Auschwitz. Eu imagino que o menino era judeu e ela não queria deixá-lo. Imagine o que aconteceu com os dois? Pois é... Há quem pense: "mas ninguém lembra destas outras minorias, os ciganos, deficientes, gays... " Então, deficientes foram os primeiros a morrer - eram usados em experiências -  e por motivos óbvios, não deixaram descendentes para lembrar deles... Também por motivos óbvios, gays idem. Ciganos devem ter sido tão dizimados que não há como lembrar deles de cara...
Ou seja, negar o Holocausto Judaico é negar, também, o Holocausto de todas estas outras pessoas, inocentes de pessoas desequilibradas e perversas, que preferiram ficar distantes do Eterno. Que esta data NUNCA seja esquecida, não somente pelos os 6 milhões de judeus mortos, mas por TODOS os mortos de um regime governado por monstros.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

São Paulo de Piratininga vicia....

Hoje é uma data muito legal de ser mencionada... Nasci no Ceará, mas moro há anos em São Paulo de Piratininga. Na verdade.. não sei se o "Piratininga" faz parte do nome oficial da cidade ainda nos dias atuais. Mas, é divertido mencionar. Em São Paulo, tudo é gigantesco. Não há um lugar  no Brasil que tenha uma magnitude como a cidade.
Não é zoeira nem menosprezo. Mas, um fato. Imagine um lugar em que tudo parece distante e perto ao mesmo tempo. Em que há muitas pizzarias, muita criminalidade, muita gente, muito tudo... Inclusive, muita padaria. Já visitei outras cidades e sinto muita falta de padarias, que parecem ser tipicamente paulistanas.
Gosto desta cidade e, por mais que todo mundo reclame, quando você sai um pouco dela, sente muita falta. Falta de tudo. Pode-se dizer que São Paulo vicia. A mim pelo menos. Ainda há muitos lugares a conhecer, afinal, "São Paulo é grana"... E muitas coisas a melhorar, em especial o próprio povo. São 462 anos e eu gostaria de poder ver chegar aos 500 anos. Quem sabe?
E por que raios escolhi a imagem do MASP - Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand para ilustrar este post? Bem, porque foi ali onde tive uma das minhas reações de maior amor e ódio em relação a uma obra artística e que me lembro muito bem ainda hoje... Acho justo.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

BEAR, uma filhote humana e o urso Dimas

BEAR é uma daquelas gratas histórias em quadrinhos que a gente espera loucamente pela página seguinte, pelo capítulo seguinte. "Bear é uma webcomic criada, escrita e desenhada por Bianca Pinheiro. A história acompanha as aventuras de uma menina e seu amigo, viajando ao redor do mundo tentando encontrar seu lar." No caso, o lar da menininha. Mas, por que chama tanto a atenção?
Primeiramente, porque esteticamente o traço é lindo. Um urso pardo (grizzly) bonachão e uma menininha de óculos, banguela e com gorro só poderia dar certo. Tanto que foi a primeira coisa que esta resenhista notou na Artists' Alley da Comic Com Experience 2015 (saiba mais neste link e também neste). Com um traço limpo, agradável e fofo, a história chamou atenção com o banner de tamanho médio no local.
Depois da primeira etapa passada, compramos o livro também com o intuito de apoiar os quadrinhos nacionais. E quão fantástica a surpresa ao perceber que é uma daquelas histórias de adultos que criança pode ler. Ou seria o contrário? A lógica é parecida com Snoopy, que pode ser as duas coisas. O fato é que a "filhote de humano" cativa por sua ingenuidade, inteligência e fome. E o Dimas - "que não é nome de urso", mas tudo bem - é um urso muito simpático, realista sem ser enfadonho.
São pontos fortíssimos para comprar os dois primeiros livros lançados pela editora Nemo, com uma ótima qualidade técnica: papel e bom preço. Originalmente, BEAR é lançado na web e cujas páginas (algumas) têm alguma animação, como no link anterior. Para quem não conhece o título, certamente uma das grandes obras nacionais dos últimos tempos, que pode ser lido por "ursos rabugentos" e "filhotes de humanos".
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