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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

A Lenda de Bóia

A Lenda de Bóia é, na verdade, uma história em quadrinho cujas informações podem ser vistas neste link. Tem um tom meio "Avatar", a animação. Os artistas chegarma a fazer um vídeo estilo anime que pode ser acessado exatamente neste link. Chama a atenção e fica a questão: se houvesse grana para a execução, ficaria muito bom. Esperamos que um dia, esta e outras produções nacionais em estilo anime possam acontecer.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Ben-Hur (2016)

BEN-HUR é a história épica de Judah Ben-Hur (Jack Huston), um príncipe falsamente acusado de traição por seu irmão adotivo Messala (Toby Kebbell), um oficial do exército romano. Destituído de seu título, afastado de sua família e da mulher amada (Nazanin Boniadi), Judah é forçado à escravidão. Depois de muitos anos no mar, Judah retorna à sua pátria em busca de vingança, mas encontra a redenção. Baseado no romance clássico de Lew Wallace, "Ben-Hur: Uma História dos Tempos de Cristo".
Como a maioria dos filmes que são refilmagens, é muito difícil não recordar do título original. Este novo "Ben-Hur" tem poucos pontos semelhantes ao filme de 1959. Apesar de ser um filme longo para os padrões atuais, cerca de 2h40, o longa-metragem retirou diversos acontecimentos. Não é um filme ruim. Mas, certamente deixará algumas pessoas que viram o BEN-HUR com Charlton Heston com uma impressão estranha.
A começar pelo próprio protagonista. apesar de Jack Huston ter tentado, não convenceu muito como protagonista. Talvez porque ele seja fisicamente muito diferente de Heston. Conceitualmente, o personagem sofreu mudanças avassaladoras. É claramente perceptível a mudança de sentimento religioso do herói no primeiro filme, dando sentindo ao que acontece à mãe e irmã. Ou seja, perdeu-se a questão religiosa neste novo filme.
Tentou-se acrescentar com uma mensagem positiva, mas parece que alguma coisa ali ficou falsa. Isso tudo para quem assistiu ao original. Fora isso, há uma grande ênfase ao Sheik Ilderim, interpretado por Morgan Freeman. Outro ponto totalmente diferente é q presença de Jesus. No filme de 1959, ele aparece sempre de costas e nada diz. Fica subentendido que é ele e isso dá um tom bem interessante. Agora, Jesus tem cara é o Rodrigo Santoro.
Na entrevista coletiva, tanto Santoro como Huston falaram sobre os desafios de fazer este filme. Huston procurou não se preocupar com as comparações com Heston. Santoro encontrou mais espiritualidade fazendo seu papel. Como citamos, é um bom filme se o espectador desconsiderar totalmente a versão original. Mas, decepciona pelo excesso de mudanças feitas conceitualmente na história original.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Fall Out Boy Ft. Missy Elliott - Ghostbusters (I'm Not Afraid)

O novo Caça-fantasmas tem diversos pontos positivos que não foram devidamente apreciados. Um deles são as músicas. Há várias variações da versão original de "Ray Parker Jr". Ghostbusters (I'm Not Afraid) de Fall Out Boy Ft. Missy Elliott é uma destas músicas legais com tons de rock.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

ESTRELA AMARELA (Yellow Star)

Estrela Amarela (Yellow Star) de Jennifer Roy é daqueles livros que a gente encontra sem querer em uma prateleira de livraria, lê a sinopse e tem certeza que o mesmo é excelente. Por diversos motivos: compreensão pessoal, entendimento de que nossos problemas são muito pequenos comparados aos que um criança pode passar, os motivos que levam uma pessoa a migrar de um local a outro costumam ser dolorosos.
As linhas abaixo são um resumo da publicação que está no site da Companhia das Letras. Até mesmo quem escreveu este resumo deve ter se emocionado com o título, de tão perfeito que este resumo é. Expressa palavras e usa a simplicidade necessária para descrever a publicação fantástica que é "Estrela Amarela". Título obrigatório para quem acredita que tem problemas e poder entender que há outros maiores no mundo.
E, que a História, a humanidade, não pode de forma alguma, esquecer o Holocausto. O absurdo de um momento histórico visto pelo olhar de uma criança. Os fatos da obra são verídicos. Infelizmente, pelo livro ter sido escrito publicado em 2006, e pelas pesquisas que fizemos, a protagonista Sylvia Perlmutter já faleceu. Mas, como a autora do livro bem nos lembra: a memória de todos aquelas pessoas que partiram por causa do ódio não pode ser esquecida. Nunca.

Como tantos outros sobreviventes do Holocausto, Sylvia Perlmutter ficou em silêncio por muitos anos, tentando esquecer aquilo por que passou. Mas, aos poucos, com a chegada da velhice, as lembranças começaram a vir à tona; Sylvia sonhava com a guerra e se lembrava constantemente do sofrimento pelo qual havia passado. Era hora de contar a sua história.
E foi o que ela fez: falou e falou à sobrinha, Jennifer Roy, escritora experiente, que soube transformar essas conversas em um relato tocante e ao mesmo tempo delicado. Roy se utiliza da voz da própria Sylvia para narrar o dia a dia da família e a sua luta pela sobrevivência durante os seis anos de guerra. No começo, com apenas quatro anos, Sylvia nem ao menos entende o que se passa à sua volta. “Minha boneca é judia?”, ela se questiona. Seus pais decidem fugir para Varsóvia, mas não conseguem trabalho. Ao retornarem a Lodz, são obrigados a abandonar sua casa para viver em um apartamento bem pequeno, sem banheiro, com as duas filhas.
A partir daí, tudo passa a ser diferente: as meninas não podem ir à escola - a mais velha deve trabalhar, assim como os pais, e Sylvia fica em casa sozinha o dia todo -; é preciso reinventar as brincadeiras, já que não há mais brinquedos; comer o que os alemães permitem, e muitas vezes morrer de fome; se acostumar com as cores tristes do gueto e com alguns acontecimentos assustadores, como o dia em que Hava, a grande amiga de Sylvia, some sem deixar rastro.
As estações do ano se seguem e o plano de extermínio dos alemães se intensifica. Sylvia precisa passar as noites escondida em uma sepultura, no cemitério, e meses trancada com outras onze crianças pequenas, todas muito doentes, em um porão totalmente escuro e úmido. São “as crianças do porão”, as únicas sobreviventes do gueto. Quando os russos chegam, e Sylvia pensa em liberdade pela primeira vez, está a um dia de completar dez anos.
Dividido em quatro partes cronológicas, cada uma com uma introdução sobre os acontecimentos históricos do período, Estrela amarela é um relato íntimo e tocante, feito a partir dos olhos dessa menininha, que mais de uma vez escapa da morte apenas com a ajuda do acaso.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Curiosidades budeguísticas: a invenção do avião (14 Bis)

A abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro (#Rio2016 #RioOlympics2016) causou uma pequena guerra entre Brasil e Estados Unidos devido a aparição do 14 Bis. Os americanos acreditam que eles foram os criadores do avião com os irmãos Wright. Muito se comentou acerca da forma de voo deles. O fato é que eles "se catapultaram" para frente e assim, voaram por cerca de um minuto, isso supostamente em 1903.
Alberto Santos Dumont fez o primeiro voo em 1906. Porém, com algumas diferenças fundamentais. Dumont voou na França cerca de 220 metros partindo em linha reta (como os aviões o fazem hoje) com uma máquina de propulsão própria. Teve registros e presenças oficiais da companhia cinematográfica Pathé e reconhecimento pela Aeroclube da França e FAI (Federation Aéronautique International).
Estas informações podem ser coletadas em diversos sites, com especial atenção ao Nexo Jornal, que também traz os conceitos fundamentais do que era necessário para ser considerado voo. . Apesar de fazer duas semanas das abertura das Olimpíadas, deixamos o registro não somente por patriotismo. Mas, principalmente, por um referencial histórico mais claro do fato. Fora este, ainda há entendedores que apontam o Demoiselle - também de Santos Dumont de 1907 - como o primeiro avião de fato.
Entendemos que os irmãos possam ter feito algum experimento interessante. Contudo, não há registros oficiais de nenhuma instituição confiável no momento da execução. Este registro fora feito pelos irmãos anos depois. Em caráter oficial, visto por diversas pessoas, o 14 Bis é o primeiro modelo de avião a levantar voo. A História não pode perder nem para o cinema e desenhos animados. E a História deixa claro o registro destes fatos.
(airplane, avión, avion, Flugzeug, מטוס, プレーン )

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Notícias que passaram batidas 12...

Dentre as várias notícias que sempre passam batidas estão aquelas ligadas ao Estado de Israel. Raramente vemos notícias positivas de Israel porque nossa mídia tem tendência antissemita. Mas, acontecem muitas coisas boas lá. Uma delas é esta notícia, que Israel é o único país hoje com mais árvores do que há cem anos. Isso ocorre devido ao plantio das árvores no território, diferente de todos os demais lugares que só se corta. As pessoas deveriam seguir muitos bons exemplos vindos de lá.
Outra notícia que passou batida foi Filha mais nova de Obama trabalha em restaurante nas férias de verão. Por que quase ninguém mencionou? Não sei... talvez pessoas com privilégios - especialmente políticos - não queiram pegar o ótimo exemplo da filha do homem mais poderoso do mundo. Este tipo de coisa deveria ser mais relatada, e quem sabe, as pessoas com grana fazer seus filhos saberem o valor de ganhar dinheiro de forma suada.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Perfeita É A Mãe!

Estreia hoje em circuito nacional, Perfeita É A Mãe! (Bad Moms), que pode ser considerada um tipo de comédia "teen 80" para não teens. É um filme semelhante aqueles de adolescentes que brigam na escola, mas desta vez, quem briga são as mães. A história apresenta três mães cansadas dos seus excessos de responsabilidades e se unem para mudar as suas rotinas. Uma delas é Amy Mitchell (Mila Kunis de TED), uma mulher muito atarefada com trabalho, filhos e casa. A outra mãe é a solitária, tímida e recatada Kiki (Kristen Bell, a voz da Anna de Frozen)) e a terceira é a solteira e espalhafatosa Carla (Kathryn Hahn).
Juntas, as três com perfis extremamente diferentes embarcam em ousados programas nada maternais, decretando guerra contra as mães perfeitas. Com essas novas atitudes, elas enfrentam a convencional líder da Associação de Pais e Mestres da escola de seus filhos, a Gwendolyn (Christina Applegate, a filha do seriado "Um Amor de Família").
O que chama a atenção na história é justamente o argumento em si. Como as mães da atualidade se comportam, as obrigações exageradas que são recaídas sobre elas: têm que ser boas esposas, boas mães e profissionais. Óbvio que alguma coisa fica no meio do caminho. Outro ponto curioso é a semelhante de Christina Applegate com a atriz brasileira Danielle Winits. É um bom filme para assistir sem preocupações. E quem sabe, apesar do tom exagerado em alguns momentos, refletir sobre mães e os pais que só falam "sim" e acabam criando "pequenos monstros" na sociedade.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

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