Pergunta: Por que o pessoal da região Sul, especialmente Paraná, só escreve no anonimato?

quinta-feira, 26 de março de 2015

Aconteceu em Saint-Tropez

Aconteceu em Saint-Tropez (Des gens qui s'embrassent) é um filme francês/ belga lançado em 2013. É uma comédia romântica em que tudo começa no enterro da esposa de Zef (Eric Elmosnino), que aconteceu no mesmo dia do casamento da filha de Ronie (Kad Merad). Não por acaso, Zef e Ronie são irmãos, cuja relação não é exatamente das melhores.
Os dois têm seus conflitos familiares e religiosos. Um é um judeu para lá de liberal, enquanto o outro mostrasse mais conservador. Eles tem um pai com Alzheimer (Ivry Gitlis). Suas filhas se tratam como irmãs, mas um incidente pode colocar toda a relação familiar em conflito.
Este longa-metragem flui bem, sem muitas pausas longas e cansativas dos filmes europeus. Pelo contrário. Chega a ser relativamente rápido. Um dos pontos principais é o conhecimentos que adquirimos acerca da cultura judaica. Que, nem sempre uma cultura é exatamente aquilo que pensamos.
A música é boa, as locações são belas e os atores bons. Dois dos momentos mais divertidos ocorrem no início do filme, na cena do enterro; e também quando o pai idoso vai parar no hospital. No final, um filme francês divertido e bem amarrado. Sem longos (e chatos) momentos de pausa ou reflexões.

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quarta-feira, 25 de março de 2015

Shiver de Lucy Rose

Certas músicas são tão lindas... Porém não fazem nem ideia quem as canta. Pois bem... Uma delas é Shiver de Lucy Rose. Ela é uma cantora inglesa, que aparentemente está em início de carreira. Eu não saberia dizer se todas as músicas dela são boas. O que posso dizer é que Shiver é uma linda canção. Para os desavisados, é o tema de abertura do anime Mushishi. Vale a pena conhecer.

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terça-feira, 24 de março de 2015

Sobre “Senhora”, de José de Alencar

José de Alencar era um polemizador, e não raro suas críticas batiam de frente com os interesses da elite da época. Seus romances, os urbanos principalmente, eram o canal onde o autor cutucava certas feridas – como em “Lucíola” – sem contar os inúmeros artigos de jornal, sob pseudônimos (e tanto ele fez que conseguiu exasperar até o imperador Dom Pedro II, tido como um homem bem tranquilo). Em Senhora, o tema era o casamento arranjado, prática comum na sociedade brasileira daquele tempo (se bem que vemos isso até hoje, basta observar...), onde tudo era realizado como num negócio qualquer. Dificilmente você via um tema tão espinhoso nos romances românticos brasileiros.
Veja resenha completa de Senhora neste link.

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segunda-feira, 23 de março de 2015

ANIMA INFO 1677

Cidade de Barueri ganha Gibiteca

A cidade de Barueri - na região da grande São Paulo - ganhará uma Gibiteca ainda em março. A mesma estará na Biblioteca Max Zendron e seu nome oficial será GIBITEKA. O local fica próximo ao Teatro Municipal de Barueri, saída 26b da Rodovia Castelo Branco.
Na abertura oficial, o espaço inicia suas atividades com 7 mil exemplares. Porém, ainda aceita doações. A consultoria é do Prof. Dr. Waldomiro Vergueiro do Observatório de Quadrinhos da USP. A inauguração acontece no próximo dia 31 às 15h, na Rua Rio Grande do Sul, 234. Mais informações no telefone: (11) 4198-0229.

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Curiosidades budeguísticas: Pataca

Pataca é um termo relativamente conhecido que, basicamente, quer dizer que algo tem pouco valor. "Não vale uma pataca..." Antigamente, "Pataca" era uma moeda nacional no Brasil, que vigorou entre 1695 a 1834. Segundo o Wikipédia; "a série era composta por moedas de 20, 40, 80, 160, 320 e 640 réis. O valor de 320 réis – pataca – deu nome à série."
Além do Brasil, ainda houve a Pataca de "Timor" e do "México" e, por incrível que pareça, ainda existe uma moeda recorrente em Macau. Nas histórias em quadrinhos Disney, nas traduções da editora Abril, "Pataca" ainda existe e é moeda de Patópolis.

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domingo, 22 de março de 2015

Para alegrar o dia 103

Olha a cara de felicidade...

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sexta-feira, 20 de março de 2015

Kill La Kill キルラキル começa engraçado e termina...

Kill La Kill キルラキル foi um anime muito comentado quando foi lançado e durante toda sua exibição em 2013. Começa como uma grande tiração de sarro do estilo "porrada" e "fanservice". Zoam com tudo, com o conceito de samurai, a História do Japão, com Akira, com a relação do esporte americano...
O título (veja no link Kill la Kill) sofre com um grande mal da produção atual. Não existe uma unidade na produção. Ao ver a equipe no Anime News Network, percebemos que uma das posições mais importantes, de "animador principal", é justamente um dos que mais mudam ao longo de todo o anime.
Tanta alteração em figuras chaves na produção prejudica assustadoramente no resultado final. Ficamos com a impressão que até filminhos de internet têm animações melhores que os últimos episódios de Kill la Kill. Toshihiko Seki 関 俊彦, que faz o Senketsu, é o mesmo dublador de Miro em Cavaleiros do Zodíaco - Saga de Hades e o Mousse de Ranma 1/2. Ele salva grande parte das interpretações dos dubladores.
O título teve um grande bafafá desnecessário. Foi só mais uma grande bobagem produzida, com sequências inclusive incômodas para os conceitos culturais e sociais ocidentais. Pode parecer bobagem para alguns por ser tratar somente de um desenho animado, mas a verdade é que incesto é sim algo que irrita. E, no caso de Kill la Kill, pareceu-nos desnecessário. Um anime que, ao final, foi bem decepcionante.

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quinta-feira, 19 de março de 2015

A Usurpadora, a novela mais reprisada da TV brasileira

A relação de amor e ódio dos brasileiros ante as novelas mexicanas sempre foi algo muito intenso. Nossos "hermanos" consomem tanto ou até mais novelas quanto nós. Aos nossos olhos, a qualidade técnica deles sempre pareceu duvidosa porque o "padrão Globo de qualidade" realmente é grandioso. Estamos acostumados com tal padrão.
Mas, como bons latinos, nós gostamos das nossas novelas e das mexicanas também. E um grande exemplo disso é a mais nova reprise da novela A Usurpadora agora em março. Louco pensar que já houve quatro reprise anteriores. Com esta agora serão cinco mais a exibição original. Ao que me conste, foi a novela com maior números de reprises de nossa televisão...
E, desta história toda, o que realmente me deixa mais triste é que nunca consegui assistir à história das gêmeas Paola e Paulina. Fico curiosa porque os fãs desta novela são meio "otakus"... O título pode passar 500 vezes, que o povo assistirá a todas dando uma baita audiência ao SBT. Lamentavelmente, não terei novamente oportunidade de assisti-la. E você? É fã de A Usurpadora?

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